Archive for novembro, 2009

  • Lidando com perdas e vivendo o luto

    Date: 2009.11.30 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    “A vida é uma caixinha de surpresas…
     
    Parece ser de fato verdade essa idéia de que a vida é uma caixinha de surpresas.
     
    Normalmente temos essa sensação porque é inerente à maioria acreditar sempre no melhor, ser otimista, acreditar que tudo dará certo, que haverá cura, que vamos dar um jeito, que ainda não é o final… e mais uma infinidade de raciocínios que são alegres, otimistas e positivos.
     
    No meio a tantos pensamentos e raciocínios positivos, às vezes a vida se mostra como “caixinha de surpresas” e de fato nos surpreende com algo terrível!!!
     
    Esse algo terrível pode ser a perda de alguém ou ainda pode ser de situações de perda por quaisquer razões ou situações como:
     
    - perda de um parente 
    - amigo
    - cônjuge
    - filho
    - parente
    - separação conjugal
    - perda de emprego
    -falência
    - queda significativa na sua condição social
    -perda definitiva de um ideal, meta ou sonho
    - mudança de cidade ou estado não escolhida e sim imposta
    E quando a vida nos surpreende com uma destas surpresas, normalmente somos pegos de “surpresa”.
     
    É um choque!
     
    Muitos passam por um processo extremamente doloroso física e emocionalmente.
     
    Em especial quando a perda é a de alguém querido.
     
    Vamos tentar entender as etapas pelas quais se passa no “pós-perda” e assim avaliar como estamos nos saindo nesse processo de recuperação.
     
    Dentre as fases do luto envolvido em qualquer perda estão:
    - choro
    - angustia
    - desespero
    - sensação de incapacidade de superação
    - sofrimento físico
    - sofrimento emocional
    - revolta
    - raiva
    - medo
    - estresse
    - depressão
    - desinteresse por tudo ou quase tudo
    - ausência de alegria ou prazer
    - tentativa de se manter isolado
    - falta de vontade de fazer os afazeres diários e rotineiros
    - falta de vontade de fazer qualquer coisa
    - tentativa de fuga se envolvendo com muitos compromissos ou atividades
    - Sensação de ter sido roubado, ou como se algo foi brutalmente arrancado de si
    Não necessariamente a pessoa passará por todas essas fases ou deve esperar passar por tudo isso.
     
    Cada pessoa desenvolve e vive seu luto a sua maneira que depende de seu contexto familiar, social e de suas expectativas e crenças.
     
    Além do grau que a perda representa em sua vida e em seu contexto de vida.
     
    O tempo: não existe um tempo pré-determinado para se sentir ou viver o luto e, portanto não há como se afirmar com quanto tempo esse luto termina, quando será superado ou terminado o luto e o pesar.
     
    De forma genérica podemos dizer que pode durar de meses a dois anos aproximadamente.
     
    Porém alguns aspectos não bem resolvidos podem persistir, continuar vivendo o luto e consequentemente ainda sofrer com isso.
     
    Ao mesmo tempo em que cada pessoa vive à sua própria maneira esta fase e a supera ao seu próprio modo e tempo, existem muitos pontos em comum em todas as pessoas que vivem um luto.
     
    As principais fases em comum com os que passam pelo luto:
    - choque – leva a falta de aceitação da perda – ou fase de negação
    - revolta – leva aos sentimentos relacionados a raiva, contra tudo e todos
    - mágoa – que pode ser sentida por culpas ou remorsos, consigo mesmo ou com outros
    - porque – nessa fase se questiona o “eu”, “comigo”, “ele, ela
    - isolamento – é comum aliado à busca de paz e entendimento/aceitação do imutável
    Vale ressaltar que essas fases acontecem, via de regra, mais ou menos nessa seqüência, porém cada indivíduo sente essas fases de acordo com situações familiares, sociais e religiosas que lhe são peculiares e inerentes.
     
    Pode acontecer de certas fases se repetirem com alguma freqüência, pode acontecer de se estagnar em determinada fase e ainda pode passar pelas fases conseguindo perceber e aprender com o luto vivido e supera-lo plenamente.
     
    A mais importante e difícil etapa para se “viver o luto” é ACEITAR a perda.
     
    A superação do luto envolve a aceitação da mudança ocorrida na pessoa, ela ressurge após o luto com novos aprendizados, novas competências adquiridas durante o processo.
     
    Se recusar a aceitar e crescer com o aprendizado existente no luto, é estagnar em uma das fases e para vencer o luto e ultrapassá-lo pode ser necessária a ajuda da família, amigos, psicólogo ou outros meios cabíveis e aplicáveis.
    Até aqui vimos sobre as fases do luto, de como ele nos afeta ou pode afetar e que há nele um aprendizado.
     
    O luto gera uma mudança e temos de aceitar e tentar tirar o melhor dele para dar seqüência as nossas vidas, pois a vida não para e não espera!!!
     
    Então temos que ter capacidade para lidar e conviver com o luto e supera-lo.
     
     
    Para a superação do luto:
     
    - Alguns precisam falar e, às vezes, muito sobre a perda.
     
    É preciso deixar claro para a família e amigos que isso te faz bem, que você quer e precisa disso.
     
    Pois a tendência natural dos demais é só falar da perda longe de quem sofreu com a perda.
     
    Outros preferem não falar sobre a perda e devem também ser bem claros e objetivos em sinalizar isso para amigos e familiares até colegas de trabalho se for o caso. 
      - É comum aparecer o sentimento de culpa, de que não se fez o bastante, que não se percebeu algo, que não esteve presente o suficiente e etc.
     
    Lembrar nesse momento que nenhum de nós tem como prever o futuro e assim o que se sente como culpa na verdade é apenas a falta de consciência ou de aviso de aquela situação viria a ocorrer.
     
    Ninguém é perfeito e ninguém é onipotente para ter feito tudo!!!
     
    - Natural sentir raiva, medo, mágoa e até revolta.
     
    É importante expressar esses sentimentos, não nega-los nem se envergonhar de senti-los.
     
    A aceitação da perda aliada ao tempo fará com que esses sentimentos desapareçam.
     
    - Existirá talvez o momento em que se idealiza a pessoa perdida como perfeita, absoluta e isso faz surgir a sensação de falha, de erros cometidos.
     
    Lembre-se: essa pessoa que se foi, era uma pessoa real.
     
    Possuía uma gama de qualidades e defeitos como todo e qualquer ser humano.
     
    O tempo e aceitação trarão tranqüilidade sobre essa sensação de falha ou incompetência.
     
    - Surgirá a época em que se tem vontade apenas de se estar sozinho, isolado de tudo e todos.
    É importante talvez, em uma pequena medida, para uma maior introspecção que leve à aceitação, mas não se pode permitir que a fase do isolamento se sobreponha aos compromissos e envolvimentos familiares, sociais e profissionais.
     
    É bom lembrar que não se está só, que outras pessoas também sofrem com a mesma perda ou são solidárias com sua dor.
     
    Assim sendo, há que se lutar pelo “não isolamento”.
     
    - Nos primeiros meses ou até durante o primeiro ano após a perda, possivelmente a pessoa estará pouco apta a tomar decisões maiores, como mudança de emprego, de cidade, etc.
     
    É bom consultar um amigo ou parente de confiança antes de se tomar uma decisão que não possa ser adiada para após o luto.
     
    - Muitas vezes surge o sofrimento de se perceber que você não será mais o mesmo depois disso.
     
    Mas precisa se levar em conta que somos seres em constante mudança e que tudo o que acontece em nossa vida nos afeta, nos muda e a perda trará mudanças sim, mas não precisam ser necessariamente mudanças para pior, por exemplo:
     
    - A perda pode fazer rever conceitos e prioridades.
     
    Talvez antes se desse muita atenção a detalhes ou coisas “pequenas” e agora se passa a ter novos valores, reconhecendo a fragilidade da vida ao mesmo tempo em que se percebe o quão valiosa ela é.
    Então mudanças são esperadas e naturais e não deve nos assustar nem fazer com que se tente resistir a elas.
     
    - Mantenha um olhar mais cauteloso/atento ao calendário, pois existirão datas especiais ao longo do ano que você se sentirá especialmente mais triste ou depressivo, como aniversário da pessoa perdida, natal, páscoa, reveillon e etc.
     
    Se programe para não estar só nestas datas, cerque-se de amigos ou familiares e perceba a vida continuando e dando sempre oportunidades para o aprendizado, o crescimento e a felicidade.
     
    - Se permitir ser feliz novamente!!!
     
    Essa fase é normalmente difícil, pois tende-se a ter a sensação de culpa por voltar a ser feliz…
     
    A pessoa não se sente digna e assim luta em não se permitir voltar a ser feliz. Lembre-se que a vida continua de fato!!!
     
    E isso implica em voltar a ter felicidade e prazer em estar vivo.
     
    Prepare-se para voltar a ser feliz e promova coisas e atitudes que te permitam resgatar sua felicidade.
     
    - É comum após uma grande perda, se afastar do trabalho, tirando férias ou uma licença e isso pode de fato ser benéfico, porém esteja pronto mentalmente a voltar a sua rotina profissional.
     
    Afinal outras pessoas dependem de você e de seu trabalho e você depende de seu trabalho para sua reestruturação no seu novo contexto de vida.
     
    - Há que se libertar de idéias focadas no passado e começar a criar perspectivas futuras válidas e reais.
     
    O passado é imutável e temos que aprender a aceitar e conviver com o que é imutável.
     
    Porém o futuro é terreno fértil para desenvolvermos novos sonhos, perspectivas e colocar em prática novos aprendizados.
     
    Ficar focado no passado e com questionamentos irreais como “que as coisas deveriam ser diferentes”, só levará a frustração e depressão.
     
    - O sofrimento, portanto, é natural frente a uma grande perda, no entanto se o sofrimento de uma ou mais de uma forma permanecer por um período demasiadamente longo, talvez este sofrimento esteja servindo de ‘cortina’ para encobrir algum outro problema, outrora latente, que se manifestou após a perda, o que torna necessária a busca do problema central que pode estar ofuscado pela perda.
     
    - É bom lembrar que ninguém é um super-herói e nem tem a obrigação de passar por tudo sozinho.
    A família, amigos e o convívio social podem ajudar e talvez até bastar.
     
    No entanto jamais se sinta mal em perceber que precisa de ajuda profissional.
     
    A maioria das pessoas que procuram ajuda de um psicólogo, são pessoas normais que procuram um profissional para lidar com seus problemas pessoais, afetivos, profissionais, para aprender a lidar e superar o sofrimento gerado por uma perda ou revés ou ainda pessoas que estão passando por uma crise.
     
    O profissional de saúde, como o psicólogo/psicoterapeuta, é o profissional que estará ao seu lado para compartilhar suas dores, temores, culpas, revoltas, seus conflitos íntimos e o que mais estiver atrapalhando o exercício pleno da sua felicidade como pessoa.
     
    Não se há de imaginar que recorrer a um terapeuta é para quem tem “problemas mentais” ou é “louco”.
     
    A função do terapeuta e o exercício de sua profissão se dão exatamente com pessoas normais que passam por dificuldades emocionais e que através da ajuda de um especialista vencem com maior facilidade uma fase difícil e são ajudadas a tirar o melhor aprendizado possível para seu crescimento e desenvolvimento como pessoas normais, felizes e em paz consigo mesmos.
     
    Mas é sempre uma decisão pessoal e intransferível a de buscar ajuda profissional para vencer ou aprender a lidar com seus sentimentos e emoções.
     
    Cabe a cada um decidir e determinar “o seu momento”, o “quanto” e o “até quando” irá sofrer ou suportar o sofrimento.
      

    Localize o  Psicólogo  Paulo Nicolino – BA no Almanaque Saúde .

  • Grupo de Reflexão: Solidão x Solitude

    Date: 2009.11.28 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    REFLEXÃO

    •   Momento para estar com pessoas que sofrem de dificuldades semelhantes.
    •   Trocar experiências na busca de uma nova percepção de si.
    •   Sair da solidão e do “mutismo” que, muitas vezes, são consequência de uma vida social competitiva e sem tempo para SER e somente para TER.

    * Grupos de no máximo, 5 participantes;
    * O grupo irá acontecer no local onde a maioria dos interessados desejarem;
    * O valor do grupo é de R$ 20,00 por encontro;
    * A duração do grupo será determinada pela demanda (necessidade) do mesmo, não havendo tempo pré-determinado;
    * Os encontros acontecem uma (01) vez por semana, terças-feiras à tarde, com duração de uma (01) hora;
    * Ao final de um número determinado de 10 encontros, o participante terá um certificado atestando sua participação, podendo continuar a frequentar o grupo e assim acumular horas de participação. 

    Localize a Psicóloga Mônica I. Ribeiro da Costa - RJ  no   Almanaque Saúde .

  • AUMENTA O NÚMERO DE MULHERES QUE BUSCAM TRATAMENTO PARA PARAR DE FUMAR

    Date: 2009.11.24 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    É cada vez maior o número de mulheres que fumam no Brasil e no mundo. A boa notícia é que elas, ultimamente, lideram o ranking da procura por tratamentos. Dados  divulgados pela Clínica Antifumo, no Rio de Janeiro, revelam que 80% dos pacientes atendidos são mulheres preocupadas cada vez mais com os malefícios do  cigarro à saúde e à estética. Estudos mostram que as mulheres têm mais dificuldade para parar de fumar do que os homens. Isso se deve ao medo de fracassar, engordar e lidar com a ansiedade da abstinência. 

    Apesar de todas as campanhas e aumento de restrições contra o cigarro, o número global de pessoas que começam a fumar continua crescendo no Brasil e no mundo e, quem diria, as mulheres lideram a lista. Estudo da Organização Pan-americana de Saúde revela que a prevalência de mulheres fumantes no Brasil subiu de 20% para 51% em quinze anos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que um terço da população mundial adulta seja fumante, incluindo 250 milhões de mulheres. O aumento do número de fumantes, sobretudo do sexo feminino, é percebido também com a crescente procura das mulheres por tratamentos. Pesquisa da Clínica Antifumo, na Barra da Tijuca, revela que 80% das pessoas que chegam à clínica são mulheres, acima dos 40 anos e estão preocupadas não só com a saúde mas também com a estética. 

    O sexo feminino é, em média, duas vezes mais suscetível a doenças relacionadas ao fumo do que o masculino. Fumantes que fazem uso de anticoncepcionais correm dez vezes mais risco de ter um infarto e quatro vezes mais chances de ter Acidente Vascular Cerebral (AVC), bem como outros problemas cardiovasculares.

    Apesar de preocupadas com a maior vulnerabilidade as doenças provocadas pelo cigarro, as mulheres também costumam procurar ajuda para parar de fumar receosas com os estragos do fumo na beleza.  A maioria dos homens busca ajuda com medo das doenças que o cigarro pode desenvolver. Já entre as mulheres, além do risco das doenças, há uma grande preocupação com a estética, envelhecimento precoce, manchas no rosto, mau hálito, impregnação de cheiro nas roupas e no cabelo, pele do rosto acinzentada, dentes escuros e dedos da mão amarelados, entre outros malefícios  do cigarro no corpo humano.

    Estudos mostram que as mulheres têm mais dificuldade para parar de fumar do que os homens. Isso se deve ao medo de fracassar, engordar e lidar com a ansiedade durante o processo, e também pelo fato de os sintomas da síndrome da abstinência do cigarro serem mais fortes nelas do que nos homens. Tenho observado na Clínica Antifumo que as mulheres têm mais dificuldade em tratar a dependência psicológica com cigarro do que a dependência química. As mulheres tendem a ter uma ligação afetiva com o cigarro e, com isso, apresentam maior dificuldade para abandoná-lo.

    Ana Lúcia Fraga – Psicóloga / RJ – Pós-Graduada em Psicologia Hospitalar – Diretora da Clínica Antifumo

    Localize esta profissional  Almanaque Saúde .

  • Quem tem medo de Hipnose?

    Date: 2009.11.23 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    Você é um daqueles que ainda pensa que o hipnólogo vai dominar a sua mente? Ou, que a hipnose é uma técnica mística, com conhecimentos ocultos, e isto, para não falar de muitos outros blá, blá, blás… Esqueça! Hipnose é coisa séria.

    Aliás, é muito mais do que isto é uma ciência a serviço dos psicólogos, médicos e dentistas.

    O objetivo desta técnica milenar são as suas aplicações terapêuticas no tratamento das fobias, das depressões, das diversas formas de compulsões patológicas, ansiedades, doenças psicossomáticas, analgesia da dor, estresses, neuroses, entre outras psicopatologias.

     A hipnose associada com a psicoterapia tem um efeito potencializador e, bastante duradouro (muitas vezes definitivo), uma vez que, como o tratamento vai agir direto sobre a etiologia da psicopatologia ou, na demanda subjetiva do paciente, os resultados têm animado muitos profissionais de saúde na sua utilização prática.

    Não é à-toa, que o numero de profissionais, aumentam a cada ano, em função da sua eficácia e conseqüente crescimento das pesquisas sobre o assunto em todo planeta.

    No entanto, cuidado! Existem muitos charlatões e curiosos de plantão, em busca de vítimas incautas. E, as ações destes criminosos, podem agravar a situação do quadro clínico do paciente, e em alguns casos, podendo levar ao óbito. No Brasil, os conselhos federais de psicologia, medicina e odontologia, credenciaram os seus profissionais qualificados, para o exercício legal desta prática, abominando o seu uso como uma simples atração de palco, para a mera satisfação da curiosidade do público em geral. Tais espetáculos, sempre reforçaram a idéia de algo místico, fantástico, etc, nas mãos de pessoas inescrupulosas e, muitas vezes sem conhecimento técnico apropriado.

    Hipnose é sugestão, dentro de um estado alterado de consciência, onde o sujeito se afasta (temporariamente) do estado de vigília para atingir as ondas alfa (?), ou seja, entre o sono e a vigília. A pessoa se mantém acordada ouvindo tudo a sua volta, especialmente, aquilo que seu terapeuta sugere com habilidade. Possibilitando atingir o inconsciente do paciente em poucas sessões e, trabalhar os conteúdos reprimidos pela consciência, que por sua vez, produzem os mais diversos sintomas sobre o sujeito.

    Mas, é muito importante que, o paciente que deseja ser atendido com a ajuda da hipnose, esteja solícito, isto é, a pessoa precisa realmente querer e acreditar no processo. Caso contrário, as suas defesas e resistências psíquicas, retardarão todo o trabalho ou, simplesmente, impedirão totalmente a produção de um fenômeno ?natural? e saudável.

    Desta forma, qualquer pessoa com uma inteligência mediana e criativa, poderá ser facilmente hipnotizada, com objetivos terapêuticos bastante claros (quero dizer, sem curiosidades vazias). Porém, não aconselho aos meus pacientes com psicoses, esquizofrenias graves ou certos tipos de depressão; uma vez que, nestes casos em particular, a técnica seria contra-indicada.

    É preciso que todos saibam que, a hipnose é um excelente recurso terapêutico a serviço do homem, na busca do melhor tratamento, ou até mesmo, na cura dos seus males. O sujeito hipnotizado nas mãos de um profissional competente, não corre risco algum. Muito pelo contrário, está muito seguro e bem encaminhado. Poderá voltar sempre do seu transe, lembrar de toda a sessão (a menos que isto não seja desejado), tomar as decisões de acordo com a sua vontade própria e com os seus princípios morais e éticos.

    Abrir mão deste recurso, por crendices ou preconceitos de qualquer ordem, é retroceder aos atavismos conceituais, daqueles que desconhecem totalmente os avanços tecnológicos, disponíveis ao bem estar do ser humano, ainda que paradoxalmente, o avanço sobre o qual, estamos nos referindo, já seja uma senhora milenar  na história da humanidade.

     Localize  no Almanaque Saúde um Hipnoterapeuta. 

  • Facilite o aviso de acidente aos familiares

    Date: 2009.11.23 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 1

    samu

  • DOR

    Date: 2009.11.23 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    O julgamento de nós próprios causa um sofrimento que nos aprisiona e encarcera,  é cruel,  estes muros são difíceis de serem derrubados . Nossas ações precisam ser analisadas SIM, mas é com sabedoria que se aprende a realizar essa avaliação. Nossas dores são como feridas abertas que precisam do remédio como um bálsamo que cicatriza erros e nos integra ao ser como um todo, sem deixar marcas, e , sim como partes deste todo integrado a um só ser.
    O quanto caímos e levantamos nos fortalece com humildade – a nossa aceitação da queda nos ensina a nos deixar em pé. A condição de alívio da dor é a aceitação de sermos aprendizes.
    A dor nos fixa a idéia nos erros, paralisando nossas vidas – ficamos atentos só ao erro e não ao aprendizado. Não fique tenso de caminhar em pedras ponteagudas que machucam seus pés e te deixam cheios de dor – aprendamos a dançar de alegria no palco da vida.
    O arrependimento já é um porvir à LUZ da Consciência que perdoa os equivocos e abre à novos rumos. Se permita receber a medicação apropriada aos passos do seu caminho. O treino do esforço próprio deve ser realizador como a água que se precisa aprender a beber durante a caminhada.
                                                                 Somos aprendizes.

    Questões como se posicionar diante da Dor, fazem parte de encontros na Unifesp, com o nome de – Laboratório de humanidade. O sentido é Despertar um “Olhar Humanizado”

    Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
       Não apenas isso, é também uma notável dádiva.
       Recebemos o dom de usar a palavra, o olhar, as nossas expressões, e até mesmo o silêncio.

    Localize a Psicóloga Lisies Jacintho – S.P Almanaque Saúde .

  • Ortomolecular Terapêutica, uma forma de alcançar o equilíbrio da saúde do corpo

    Date: 2009.11.23 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    Bastante difundida na Europa, a Ortomolecular Terapêutica ou Oligoterapia é uma maneira relevante de tratar-se, sem a utilização de medicamentos, através da pele. A Ortomolecular Terapêutica utiliza oligoelementos, minerais e aminoácidos para tratar, em nível molecular, as chamadas doenças do corpo e da psique.  Cada vez mais utilizada no Brasil, chegou a Bahia com bases sólidas e críticas bastantes construtivas por profissionais renomados e respeitados.

    A sistematização da Ortomolecular Terapêutica como técnica credível deve-se, contudo a Jaques Ménétrier, que em 1932 aplica seus estudos das diáteses – a catálise biológica. Ménétrier chamou a Ortomolecular Terapêutica de “Medicina das Funções” (funcional).

    A originalidade da medicina funcional pelos oligoelementos consiste em respeitar um mínimo de regras gerais da fisiologia usando catalisadores em quantidade muito diminuta. Estes catalisadores associam-se às enzimas e permitem excelente realização das funções do organismo. Oligoelemento, o termo tem origem na palavra grega “oligo” que significa pouco, ou seja, pequena quantidade de elementos.

    O que são os Oligoelementos?

    O progresso científico tem demonstrado que a vida, a saúde e a beleza são equilíbrios frágeis e dependem de uma grande variedade de oligoelementos. Esses metais presentes no organismo em doses ínfimas catalisam reações enzimáticas a nível celular. Eles são necessários para o equilíbrio biológico, assegurando a normalização das trocas metabólicas.

    Sem a sua presença ativa no organismo, estas funções são prejudicadas e assim o bom funcionamento do organismo. Em conseqüência, provocam estados patológicos que na primeira fase dão lugar às chamadas doenças funcionais, ou seja, aquelas em que a pessoa não se sente bem, mas cujas análises e exames correntes determinam que é seu estado normal.

    Efetivamente ainda não há lesão, por conseguinte não há doença. O que acontece é que determinado elemento catalisador está desequilibrado nos sistemas, o que impede que o metabolismo se processe para que o órgão desempenhe sua função, alterando assim o equilíbrio do estado de saúde.

     O que causa esse desequilíbrio?

    A causa dessas situações são diversas, entre elas o stress, a poluição e a alimentação desequilibrada. As culturas intensivas, que proporcionam as adubações químicas, são as principais causadoras de desequilíbrio de nutrientes nos vegetais que comemos, assim como as carnes, que não fornecem certos elementos porque não tem material para sintetizar.

    Como é possível converter o desequilíbrio?

    Para remediar essa situação, recorremos aos oligoelementos que são os nutrientes em doses infinitesimais que, tendo sido submetidos a uma manipulação de técnicas especiais são ativados (ionizados), obtendo-se assim, íons dos mais variados minerais (metais e metalóides tais como cobre, ferro, iodo, enxofre, selênio, entre outros).

    Nesta diluição os sais se assemelham ao estado natural dos elementos no organismo que, ionizados, vão desencadear as reações que permitem o restabelecimento do metabolismo enzimático que, por sua vez, restabelece as funções orgânicas e assim o equilíbrio da saúde.

     O tratamento com a Ortomolecular Terapêutica 

    O tratamento com a Ortomolecular Terapêutica é simples e eficaz. É feito, através de uma análise do Mineralogramo (tão eficaz quanto o exame com fio de cabelo), onde são descobertos quais são os elementos em desequilíbrio no organismo. O objetivo dessa terapia é equilibrar os elementos em nosso corpo.

    Existem na tabela 104 elementos naturais, desde o hidrogênio Z = 1 ao kurchatóvio Z = 104, que são por definição minerais metais ou não metais. Destes elementos pelo menos 70 já foram identificados no corpo humano.

    A Ortomolecular Terapêutica lança mão de oligoelementos ministrados através da pele e sublingual  que funcionam como catalisadores. Não há, portanto, efeitos colaterais, pois eles agem direto na corrente sangüínea, ionizando. Os oligoelementos têm efeito mais rápido e não sofrem diminuição de seu potencial.

    Localize  a Terapeuta Ortomolecular Regina Gantois  - BA no Almanaque Saúde .

  • Reiki e seus benefícios

    Date: 2009.11.18 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    Reiki é uma energia inofensiva, sem efeitos colaterais, sem contra-indicações, compatível a qualquer tipo de terapia ou tratamento. É prática, segura e eficiente.

    Através desta técnica, equilibramos os sete Chacras localizados entre a base da coluna e o alto da cabeça.

    Quando fazemos uso da energia Reiki estamos visando recuperar e manter a saúde física, a mental e a espiritual; é um método natural de equilibrar, restaurar, aperfeiçoar e curar os corpos, criando para o “ser” um estado de harmonia.

    O Reiki se encontra ao alcance de todos, inclusive crianças, idosos e pessoas doentes. Plantas e animais também podem receber o Reiki. É uma das únicas técnicas que permite o auto-tratamento.

    Não é um sistema religioso, filosófico, com restrições e tabus. Não utiliza talismãs, preces, mentalizações, visualizações, fé ou qualquer objeto para sua aplicação prática.

    A energia não é manipulada, o reikiano simplesmente coloca as mãos e a energia flui na intensidade e na qualidade determinada por quem a recebe.

    O Reiki cura ao passar pela fonte afetada de nosso campo energético, elevando nosso nível vibratório dentro e fora de nosso corpo físico, onde sentimentos e pensamentos estão alojados na forma de nódulos energéticos que funcionam como barreiras do nosso fluxo normal de energia vital; muitos são os que convivem com essas barreiras ao longo de toda uma vida, minimizando a qualidade da vida.

    Com o Reiki, podemos dissolver essas estruturas emocionais negativas e nocivas.

    Em nosso espaço de atendimento você pode experimentar esta energia gratuitamente, duas vezes ao mês (Reiki Voluntário).

    Localize a Terapeuta Reikiana  Claudia Secassi – S.P  no Almanaque Saúde .

  • Potencial para comportamentos criminosos

    Date: 2009.11.18 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    17 de novembro de 2009 (Bibliomed). Crianças que não apresentam respostas normais ao medo de sons altos e desagradáveis com três anos de idade podem ser mais propensos a cometer crimes na idade adulta, segundo estudo publicado esta semana no American Journal of Psychiatry. Avaliando dados de quase 1,8 mil pessoas nascidas no período entre 1969 e 1970 nas Ilhas Maurício, no Oceano Índico, os pesquisadores notaram que os 137 que apresentaram pelo menos uma ocorrência criminal em 20 anos haviam tido, aos três anos de idade, menor resposta em testes com ruídos desagradáveis.

    Os resultados se alinham a estudos anteriores que sugerem que psicopatas e crianças de 11 anos com problemas de comportamento têm anormalidades similares em uma parte do cérebro chamada amídala – estrutura, em grande parte, responsável por dirigir o medo das conseqüências. Segundo os autores, a ideia do estudo é que crianças que associam sons desagradáveis ou outras experiências ruins ao medo podem ter menos chances de cometer atos anti-sociais, porque ligarão essas experiências com a punição para seus atos.

    De acordo com os autores, o fato de o estudo ser controlado para fatores sociais, como a escolaridade dos pais, o número de pais em casa, o status socioeconômico e o tamanho da família, indica que os aspectos biológicos possam ser a razão para “emoções embotadas” registradas por algumas das crianças de três anos. Porém os autores sugerem cautela na interpretação dos resultados, pois, evidentemente, eles não oferecem uma forma biológica de identificar futuros criminosos. “O crime é claramente um construto complexo, envolvendo múltiplas interações entre genética, cérebro, família e influências sociais”, explicaram os autores.

    A contribuição do estudo seria em oferecer indícios de que alguns sinais do potencial para comportamentos anti-sociais podem ser observados no cérebro dos jovens, indicando que intervenções precoces podem ser realizadas para prevenir e tratar problemas de comportamento.

    Fonte: American Journal of Psychiatry. 16 de novembro de 2009.

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  • Sobre a Psicoterapia de Grupo

    Date: 2009.11.16 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    O grupo de psicoterapia é uma importante ferramenta de aprendizado e de autoconhecimento. O encontro com mais pessoas permite a experiência múltipla da espontaneidade de cada um. Este contato experiencial faz com que todos desenvolvam sua criatividade emocional e de atitudes para com a vida.
    Como dizia J. L. Moreno, criador do psicodrama: “A espontaneidade de um libera a esponteneidade do outro“.
    O que mais incomoda a pessoa que inicia, ou tem vontade de iniciar, uma psicoterapia de grupo é o receio de que poderá ser uma experiência muito traumática na sua vida. Este receio acontece devido a dois pensamentos básicos:
    1 – “Será que serei bem acolhido pelo grupo?”, ou seja, “será que serei aceito pelas pessoas que ali estão?”;
    2 – “Será que aquilo que eu venha a falar no grupo será guardado em sigilo?”, ou seja, “será não vão ficar fofocando sobre mim por aí?”.

    Esse receio, porém, torna-se desnecessário quando compreende-se que um grupo psicoterapêutico é formado por pessoas que também estão na mesma condição de pensamento sobre o grupo. É aí que entra o papel do Diretor de grupo. Este tem o devido cuidado em acolher todos e criar o clima adequado para que todos no grupo possam acolher e serem acolhidos por todos. Gera-se, assim, confiança e bem-estar, o que resulta na integração grupal e no compromisso coletivo com a vida de cada um, havendo, deste modo, o sigilo.

    Localize o Psicólogo Vitor Hugo Lopes Paese – PR  no Almanaque Saúde .