Archive for janeiro 4th, 2010
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A Equoterapia é um método Terapêutico e Educacional
A Equoterapia é um método Terapêutico e Educacional, tendo como mediador o cavalo, de uma forma interdisciplinar, sendo ele um agente facilitador, buscando desenvolver com cada ser humano a convivência, o equilíbrio, a AUTOCONFIANÇA e o prazer na área da saúde pedagógica.
A EQUOTERAPIA É UMA ABORDAGEM FASCINANTE E DESAFIADORA, QUE POSSIBILITA COM SEU DINAMISMO E MÚLTIPLAS INTERFACES, O DESABROCHAR DO INDIVÍDUO ANTES MUITAS VEZES DESACREDITADO, CONTRIBUINDO NA MELHORA DA AUTO-ESTIMA E NO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO FUNDAMENTAL NA CONTRIBUIÇÃO INTER-RELAÇÕES-PESSOAS.
NOSSOS TRABALHOS SÃO VOLTADOS EM MÉTODO TERAPÊUTICO UTILIZANDO O CAVALO, DENTRO DE UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR NAS ÁREAS DE SAÚDE, EDUCAÇÃO E EQUITAÇÃO, BUSCANDO O DESENVOLVIMENTO BIOPSICOSSOCIAL DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS E/OU COM NECESSIDADES ESPECIAIS.
INDICAÇÕES:
- PARALISIA CEREBRAL, SEQUELA DE AVC, TC, AUNERISMAS, SINDROME DE DOWN, AUTISMO, PARKISON, DÉFICIT DE ATENÇÃO, FOBIA, TIMIDEZ, ETC…
SOMOS FILIADOS Á ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EQUOTERAPIA – ANDE BRASIL, LOCALIZADA EM BRASILIA (DF), A ÚNICA QUE FILIA CENTROS PARA ESSES TIPOS DE TRABALHOS, POIS REQUEREM MUITAS RESPONSABILIDADES DESDE ESTRUTURA, EQUIPAMENTOS, CAVALOS E PROFISSIONAIS.
Localize o Centro de Equoterapia Texas Ranch – SP na Categoria Psicologo e na especialidade Psicopedagoga no site Almanaque Saúde
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EPIDEMIOLOGIA – Mudanças no cenário mundial de drogas
CEBRID
Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas
Departamento de Psicobiologia – UNIFESPEPIDEMIOLOGIA – Mudanças no cenário mundial de drogas
O relatório publicado em 24 de junho de 2009 do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) apresenta mudanças no cenário global da produção e consumo de substâncias psicoativas. Os dados mostram que houve uma tendência de declínio nos principais mercados, tendo o Afeganistão, principal produtor de ópio, reduzido em 19% sua produção e a Colômbia, país que produz metade da cocaína no mundo, apresentado uma queda de 28% na produção da droga. Ainda, a produção global de cocaína foi estimada como a menor dos últimos cinco anos, apesar de observado aumento do cultivo no Peru e na Bolívia. A maconha permanece como droga mais cultivada no mundo, embora suas estimativas sejam menos precisas.
Em termos de consumo, houve uma tendência de estabilização ou mesmo de declínio nos principais mercados: América do Norte e Europa para maconha e cocaína e parte da Europa ocidental e sudeste da Ásia para opiáceos. Os dados de países em desenvolvimento são menos confiáveis.
Por outro lado, houve um aumento no uso e na produção de drogas sintéticas (anfetaminas, metanfetamina e ecstasy) nos países em desenvolvimento. É curioso observar que para essas drogas, há uma inversão do mercado: enquanto os maiores produtores são países desenvolvidos, são os países em desenvolvimento que vem registrando uma tendência de maior consumo ao longo do tempo. Entretanto, o Brasil foi citado pela atuação da Polícia Federal brasileira em desmantelar o primeiro laboratório clandestino de ecstasy do país, o que mostra como o local de produção dessas drogas pode mudar de acordo com a proximidade de seus usuários.
O relatório também refere que o mercado global de cocaína tem sofrido abalos com os esforços internacionais no combate à droga. Por outro lado, ressalta o impacto social dos crimes relacionados a drogas e a importância de se trabalhar paralelamente saúde e segurança pública. O documento se posiciona contra a legalização de drogas, mas a favor de uma ampla discussão para se melhorar o enfretamento às drogas.
Primeiramente, o olhar sobre o usuário como um doente a ser tratado. Ao se ampliar o acesso a programas efetivos de tratamento para os dependentes, haveria uma redução dos índices de consumo, impactando sobre o tráfico. Em segundo lugar, o Estado deve ocupar áreas que foram tomadas pelo poder do tráfico e fornecer aparelhos sociais que garantam recursos às comunidades mais vulneráveis às drogas e ao crime, como moradia, emprego, educação, acesso a serviços públicos e lazer. Por fim, os governos devem aderir aos tratados internacionais contra o crime organizado e maior eficiência na aplicação da lei, bem como, aumentar a transparência e a qualidade dos dados relacionados às drogas.
Para maiores informações e obter gratuitamente o relatório completo (em inglês) ou mesmo um resumo em português dos principais tópicos discutidos e referências ao Brasil, acesse: www.unodc.org
Uso de cocaína por mulheres: dados do SUS denunciam que está aumentando
Uma notícia do Diário Oficial do Estado de São Paulo em edição de julho de 2009 traz um alerta importante para a saúde pública: o aumento do número de casos femininos internados por uso de cocaína no Estado de São Paulo. O número cresceu incríveis 91% nos últimos três anos, partindo de 365 mulheres internadas em hospitais da rede pública por uso de cocaína em 2006, chegando a 589 em 2007 e por fim 696 em 2008. A idade média dessas mulheres foi registrada em 29 anos.
Para a diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD), Luizemir Lago, estes resultados mostram não somente um aumento do número de mulheres usuárias da droga, mas também reflete a expansão dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) – serviços de saúde mental comunitários do SUS, que somam 46 em todo o Estado. Segundo Luizemir, cabe aos Caps realizar o diagnóstico e referenciar estes casos para internação hospitalar, quando necessário. Da mesma forma, o levantamento indica uma tendência importante: de que mulheres estão mais conscientes da própria saúde e por isso procuram mais assistência médica. “Antigamente, eram internadas por seus pais, maridos ou outros parentes. Hoje, são elas quem procuram o atendimento” – destaca a diretora do CRATOD.
Luizemir Lago comenta ainda que a média de idade de 29 anos é condizente com a velocidade dos efeitos deletérios da droga, que são muito mais imediatos do que o álcool, por exemplo. Para a dependente de cocaína, a vida passa a girar em torno da substância, rompendo todos os laços familiares e sociais, como amigos e trabalho. Por fim, é necessário estar atento que uma ação terapêutica somente será efetiva se objetivar um trabalho sistemático para tentar reintegrar o ex-usuário à sociedade.
Fonte: Diário Oficial do Estado de São Paulo, Volume 119, número 124, seção 1, edição de 04 de julho de 2009.
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Oligoterapia e o sobrepeso
Existem vários oligoelementos que são usados durante os tratamentos de sobrepeso e obesidade, pois reorganizam o metabolismo, fazendo com que ele volte ao estado de saúde.
Assim “atacando” diversas desordens ao mesmo tempo.
Vamos ver alguns oligoelementos (minerais) e os seus usos específicos para ajudar no combate ao sobrepesoZinco – É o principal catalisador do sistema endócrino e produz uma harmonização no metabolismo dos hormônios secretados pela hipófise.
Parece ter um papel importante na saciedade.Iodo – É o principal componente dos hormônios secretados pela tireóide, que dizem respeito a problemas relacionados ao peso.
Na Oligoterapia, o iodo é a principal indicação para problemas de obesidade relacionada com a tireóide pouco ativa.Zinco-Níquel-Cobalto – Este complexo é usado nas pessoas que sentem-se exaustas e famintas antes das refeições e que após as refeições são afetadas por sonolência.
Enxofre – Este oligoelemento atua no estômago e no fígado na sua função de filtragem e de eliminação de toxinas.
Indicado, portanto, no sobrepeso acompanhado por intolerância alimentar.Fósforo – Age no metabolismo, na glândula paratireóide e regulariza o Sistema Nervoso Central, fazendo um tipo de check-up em todas as funções do organismo, estabilizando o metabolismo.
Manganês – Estimula o funcionamento das glândulas endócrinas, o que resulta no correto aproveitamento dos nutrientes e na eliminação das gorduras.
Magnésio – Atua harmonizando o Sistema Nervoso, desse modo a sua deficiência pode causar irritabilidade, depressão, fadiga mental, com o desejo excessivo de alimentos.
É indicado quando o excesso de peso é o resultado de uma perturbação psicológica geral. Possui também ação diurética.Potássio – Sua carência é nítida nos fenômenos de retenção de líquidos nos tecidos. Apropriado para pessoas que apresentam mudanças repentinas no peso (perda ou ganho de peso) em ocasiões específicas, particularmente durante o ciclo menstrual.
Manganês-Cobalto – Esse complexo é útil quando há problemas digestivos e intestinais.
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