Archive for junho 7th, 2010
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PEELING DE DIAMANTES
O PEELING DE DIAMANTES é um tratamento que promove a renovação celular. Devolve a elasticidade, clareia as manchas, diminui a oleosidade e a acne. É, ainda, o menos agressivo em relação á alguns peelings químicos .O método consiste em uma microdermoabrasão superficial, onde é usada uma ponteira de diamante que desliza sobre a pele promovendo uma esfoliação. O principal objetivo desse peeling é refazer a superfície da pele, reduzindo as rugas finas e diminuindo os poros que estão dilatados.
A abrasão e a esfoliação são controladas e estimulam a formação de colágeno – proteína natural da pele – que vem a ser a chave da elasticidade e do tônus facial. É um peeling leve e retira somente uma parte da epiderme, podendo ser usado isoladamente com bons resultados.
O tratamento age de maneira suave e progressiva, pode ser usado em todos os tipos de pele, inclusive em peles morenas e também bronzeadas. É realizado no consultório, sendo indicado para suavizar manchas de pele, no tratamento de estrias, flacidez e rejuvenescimento. Também está bem indicado para a foliculíte em glúteos ou as “bolinhas do bumbum”, que aparecem em pessoas que ficam grandes períodos sentadas ou usam roupas muito justas, com resultados satisfatórios.
No tratamento das estrias, o processo se dá acordo com o tipo da estria e pode ser um pouco mais agressivo, sendo assim, o especialista regula a abrasão para fina ou grossa. A ponteira é conectada a um aparelho de vácuo que puxa a pele e a comprime contra o diamante, tornando a esfoliação ainda mais efetiva. É ideal para eliminar estrias novas que estão ainda vermelhas. Mas, também diminui bastante a visibilidade das brancas que já são antigas. O método é indolor. Porém a paciente pode apresentar vermelhidão ou eritema nas áreas tratadas e fica proibida de tomar sol por cerca de três meses.
São necessárias de 5 a 10 sessões para resultados satisfatórios. Com intervalo de 15 dias entre as sessões, dependendo da sensibilidade da pele da paciente, esse intervalo pode subir para 1 mês.
Localize a Esteticista Leticia Teixeira – S.P no www.almanaquesaude.com.br
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ENXAQUECA
Vários alimentos podem provocar dor de cabeça
Qualquer alimento pode provocar dor de cabeça. Se você teve uma crise, marque num diário tudo que comeu naquele dia e no dia anterior, assim , poderá encontrar a causa do problema. Mas algumas comidas merecem cuidado maior.
Elas possuem substâncias que mudam o comportamento dos vasos sanguíneos. quando isso acontece, o cérebro soa um alarme e para isso, envia sinais para irritar e dilatar esses vasos.
É a enxaqueca.
Sendo assim, qualquer alimento que altere o estado dos vasos -mesmo que ligeiramente- pode levar a esse sofrimento. Saiba quais são eles: O chocolate branco não dá dor de cabeça porque, ao contrário do tablete ao leite, não possui tiramina Café: Deixar de tomar café do dia para a noite ou tomá-lo em excesso pode despertar dores de cabeça.
Embora a bebida ajude algumas das pessoas que sofrem do problema, pode justamente ter o efeito contrário Tiramina: Queijos envelhecidos, chocolates e bebidas alcoólicas possuem tiramina um composto que esta relacionado com a enxaqueca. Ela contrai os vasos sanguíneos, que em seguida respondem a esse estímulo. Dilatando-se além do normal.
O Chocolate é rico em tiramina , prato cheio para a dor. Nitrito ele é utilizado para realçar a cor das carnes embutidas, como salame e salsicha. Mas pode dilatar os vasos sanguíneos e facilitar o aparecimento das crises. Doces aumentam a taxa de glicose no sangue, a qual termina por alterar os vasos do cérebro. Os adoçantes dietéticos nem sempre são uma saída.
O aspartame provoca enxaqueca em alguns indivíduos. Vinho tinto algumas pessoas bebem vinho e ficam com o rosto vermelho. Essa dilatação, por si só ,pode desencadear a dor de cabeça.
Fonte: Revista Saúde
Localize a nutricionista Hélide Eloisa de Souza do Estado de São Paulo no www.almanaquesaude.com.br
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PSICOTERAPIA INFANTIL
Ao se falar de psicoterapia infantil, não podemos esquecer o contexto em que a criança é gerada e educada.
Uma vez que a psicoterapia é um tratamento, presupõe-se que algo não esteja acontecendo como se espera que aconteça.
Então, a família ou muitas vezes a escola percebe alguns indícios de inadequação ou desvios tanto na aprendizagem como no comportamento geral da criança.
Através de uma entrevista inicial, geralmente com os pais ou responsáveis, buscamos dados que nos deem os caminhos a serem traçados em tal tratamento, que tanto pode ser com técnicas de ludoterapia, onde através de brincadeiras e jogos lúdicos, a criança tem oportunidade de experimentar as situações que lhe causam sofrimento, e por meio da observação e interpretação destas situações, o psicólogo pode intervir, levando a uma re-elaboração das mesmas, explorando meios de solucionar tais situações que haviam provocado os traumas ou sofrimento em geral.
Outra forma pode ser através das técnicas da psicomotricidade, que levam a criança a re-organizar-se, levando a encontrar um autoconhecimento e desenvolvimento das habilidades psicomotoras, tais como coordenação motora, lateralidade, direcionalidade, grafismo, entre outras.
Outras vezes, o tratamento se faz através da orientação junto às famílias, buscando resgatar os vínculos afetivos entre pais e filhos, ou ainda, orientando as famílias para tratamento familiar ou exclusivamente aos pais, resgatando valores e buscando um equilíbrio na forma de educar.
Contudo, não podemos negligenciar fatores genéticos, doenças, condições sócio-culturais, entre outros que afetam o bom desenvolvimento infantil. Muitas vezes, ainda, precisamos da parceria com escolas e outros profissionais da área médica ou terapeutica. Enfim, precisamos estar atentos a toda influência que a criança experimenta e pela qual manifesta tal inadequação.
Localize a Psicóloga Maria Angelita Rodrigues dos Santos no www.almanaquesaude.com.br
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