Archive for julho 13th, 2010

  • DEPENDÊNCIA QUÍMICA

    Date: 2010.07.13 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    Os novos tempos de governo, marcados pela ênfase na participação social e na organização da sociedade, valorizam a descentralização das ações relacionadas à prevenção do uso de drogas e à atenção e reinserção social de usuários e dependentes.

    A iniciativa é norteada pela crença de que o encaminhamento dos temas de interesse social só será efetivo com a aliança entre as ações do poder público e a sabedoria e o empenho de cada pessoa e de cada comunidade.

    Acreditamos estar, dessa forma, contribuindo com a nossa parte.

    O que são drogas?

    Drogas são substâncias que produzem mudanças nas sensações, no grau de consciência e no estado emocional das pessoas. As alterações causadas por essas substâncias variam de acordo com as características da pessoa que as usa, da droga escolhida, da quantidade, freqüência, expectativas e circunstâncias em que é consumida.

    Essa definição inclui os produtos ilegais (cocaína, maconha, ecstasy, heroína…) e também produtos como bebidas alcoólicas, cigarros e vários remédios, que são legais, apesar de haver restrições em sua comercialização. Por exemplo: é proibida a venda de bebidas alcoólicas para menores de idade.

    O efeito de uma droga é o mesmo para qualquer pessoa?

    Não. Os efeitos dependem basicamente de três fatores: da droga, do usuário e do meio ambiente.

    Cada tipo de droga, com suas características químicas, tende a produzir efeitos diferentes no organismo. A forma como uma substância é utilizada, assim como a quantidade consumida e o seu grau de pureza, também terão influência no efeito.

    Cada pessoa, com suas características físicas (biológicas) e psicológicas, tende a reagir de modo diferente. O estado emocional do usuário e suas expectativas em relação ao modo como a droga usada vai influenciá-lo são também fatores muito importantes.

    Finalmente, o meio ambiente influencia bastante a reação que a droga pode proporcionar.

    Fatores  de  risco  para  o  uso  indevido  de drogas  são  características  ou  atributos  de  um   indivíduo, grupo ou ambiente de convívio social quecontribuem,  em  maior  ou  menor  grau,  para aumentar  a  probabilidade  deste  uso.  Não  existe um  fator  único  determinante  para  o  uso. Assim, para  cada  domínio  da  vida  (individual,  familiar, escolar, pares, comunitário) pode haver fatores de risco, além de fatores de proteção.

    Os  fatores  de  proteção  são  características ou atributos presentes nos diversos domínios da  vida  que  minimizam  a  probabilidade  de  um   indivíduo fazer uso indevido de drogas.

    As Drogas e seus Efeitos

    Para uma compreensão ampla dos efeitos das drogas é necessário considerar  a inter-relação existente  entre  as  características  da  droga,  as  do usuário e as características do contexto.

    Além  dos  efeitos  psicotrópicos  causados pelas diferentes drogas, ou seja, dos efeitos químicos específicos do produto na atividade do Sistema Nervoso Central, destacamos os outros fatores que interferem nas sensações e no comportamento do usuário. Estes outros fatores dizem respeito ao usuário e o lugar que este se encontra.

    É primordial considerar o que cada pessoa sente e busca quando faz uso de drogas, pois neste consumo  está  presente  as  crenças  das  pessoas sobre o que vão obter a partir disto.

    Os Diferentes Tipos de Usuários ou de  Envolvimento com as Drogas:

    Um dos  cuidados primordiais  ao  se  abordar o  tema das drogas  é  ter claro a distinção entre os diferentes tipos de usuários, a partir das características do seu envolvimento com as drogas. É fundamental não aplicar o conceito de dependente para todos os usuários de drogas, pois nem sempre este é o caso.

    Por  outro  lado, mesmo  aquelas  pessoas  que  não  estão  dependentes merecem  atenção,  pois  antes  de  se  instaurar  um  quadro  de  dependência,  o indivíduo  já  pode  ter  problemas  relacionados  ao  uso  indevido  (problemas familiares,  sociais,  legais,  trabalhistas,  etc).  É  possível  fazer  diagnósticos   precoces,  evitando  a  instalação  da  dependência  e  todos  os  prejuízos  decorrentes.

    O uso de drogas não leva, necessariamente, ao abuso ou dependência,sendo  possível  identificar  diferentes  tipos  de  usuários.  Abaixo  uma   classificação didática sobre tipos de usuários:

    1. O usuário ocasional ou  recreativo:  é o que utiliza uma ou mais substâncias, quando disponíveis, em ambiente favorável e em situações específicas ou de lazer, sem que esse uso eventual tenha qualquer efeito negativo nas suas relações sociais, afetivas ou profissionais. Podemos incluir aqui os chamados bebedores sociais, que ingerem bebidas alcoólicas nos finais de semana ou em ocasiões especiais, como festas, jantares e datas comemorativas.

    2.  O  usuário  freqüente  ou  funcional:  é  aquele  que  faz  uso   habitual de uma ou mais drogas de modo controlado. Pode ocorrer, de forma  esporádica,  algum  prejuízo  nas  relações  sociais,  familiares,  profissionais  em função de um comportamento que começa a se tornar sistemático e repetitivo,seguindo um certo  ritual que passa a chamar a atenção pela  importância que o consumo adquire na rotina do usuário.

    3 O  usuário  abusivo:  é  aquele  que  já  apresenta  problemas  pelo   consumo excessivo de uma ou mais drogas em uma das esferas de sua vida, mas  ainda  está  se mantendo  nas  demais.  Os  problemas  que  surgem  já  são   identificados por terceiros, mas são negados pelo usuário.

    4. O usuário dependente:  para  definirmos  se  alguém  é  dependente de drogas, seguimos o critério da Organização Mundial da Saúde – OMS, que considera dependente de uma droga a pessoa que apresenta  três ou mais das seguintes manifestações:

    •    Forte desejo de consumir a droga;

    •     Dificuldade de controlar o consumo (por exemplo, a hora em que começa ou pára de fazê-lo, a quantidade e o número de vezes que faz uso)

    •    Utilização persistente da droga apesar das suas conseqüências prejudiciais;

    •    Maior prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras atividades ou obrigações;

    •    Aumento da tolerância à droga (necessidade  de  doses  cada  vez  maiores  para  obter o mesmo efeito);

    •    Síndrome  de  abstinência  (sintomas corporais  como  dores,  tremores,  dentre  outras, que  ocorrem  quando  o  consumo  da  droga é interrompido ou diminuído).

    Dependente químico na comunidade e sua inserção familiar e social.

    A Reinserção Social  nesta  fase  de  retorno  ao  convívio  social e  de  resgate  das  perdas  ocorridas,  é  importante que o grupo possa auxiliar a pessoa no resgate de seus  contatos  familiares,  profissionais  e  sociais, pois este se constitui num dos objetivos da Terapia Comunitária:  construir  vínculos  com  intuito  de oferecer  apoio  a  indivíduos  e  famílias  em situações de sofrimento.

    Localize a Consultora e Terapeuta em Dependência Química do Rio de Janeiro – RJ   Maria Christina Moço Marques no Almanaque Saúde.

  • Exercício e Saúde

    Date: 2010.07.13 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    Já esta bem estabelecida na literatura que a pratica regular de atividade física em especial treinamento aeróbio (corrida, caminhada, ciclismo..) pode servir como meio coadjuvante no tratamento a hipertensão quando realizado de forma bem orientada e após exames necessários. Atualmente algumas pesquisas apresentam que a prática regular de determinados exercícios ou modalidades esportivas pode influenciar de forma positiva na pressão intra-ocular. Além de tudo, redução no percentual de gordura corporal, fortalecimento muscular, melhora na flexibilidade, otimização do sistema cardiorrespiratório são conseqüências de um treinamento bem estruturado.

    A pratica da corrida deve ser estimulada, porém bem orientada. Alguns cuidados devem ser tomados como liberação médica após exames necessários, tipo de treinamento adequado ao objetivo proposto e as características físicas do futuro corredor.

    O intervalo entre treinos é fundamental para recuperação do organismo para que haja um melhor aproveitamento do treino anterior além de ser necessário para prevenir lesões decorrentes de um excesso de treinamento. Sem o mesmo nosso organismo dificilmente  estará apto a outra sobrecarga colocando o mesmo a uma condição frágil e propensa a lesões.

    A alimentação é outro fator importante para saúde e rendimento. Um corredor deve se preocupar com sua alimentação diariamente, principalmente antes e após os treinos, pois a perda de nutrientes, sais minerais e líquidos que o organismo tem após um treino pode ser em grandes quantidades e essa reposição deve ser realizada de forma correta em quantidade adequada. O profissional “nutricionista” é o responsável pela mesma. Cuidado com dietas milagrosas de revistas jornais etc…cada ser humano é único e deve ser tratado como tal!!!

    Ainda esta parado!!!

    Localize o personal trainer de São Paulo - S.P  Arnaldo de Souza Beghelli no www.almanaquesaude.com.br

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