Archive for julho, 2011
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Qual a diferença entre os exercícios aeróbios e anaeróbios
Todo mundo fala sobre exercícios aeróbios e anaeróbios, mas o que significam esses termos? Aeróbio ou anaeróbio está ligado ao tipo de metabolismo energético que está sendo utilizado preferencialmente. Isto não tem relação com os efeitos salutares dos exercícios. Ambos os tipos de exercícios podem ser de intensidade leve, moderados ou forte.
No exercício aeróbio o oxigênio funciona como fonte de queima dos substratos que produzirão a energia transportada para o músculo em atividade. O exercício aeróbio é um exercício de longa duração, contínuo e de baixa e moderada intensidade. Estimula a função dos sistemas cardiorrespiratório e vascular e também o metabolismo, porque aumenta a capacidade cardíaca e pulmonar para suprir de energia o músculo a partir do consumo do oxigênio (daí o nome aeróbio).
São exemplos de exercícios aeróbios: Caminhar, correr, andar, pedalar, nadar, dançar. Estes exercícios utilizam vários grupos musculares ao mesmo tempo. Nestes exercícios, a duração dos movimentos influencia mais do que a velocidade para caracterizar se a atividade é suave, moderada ou exaustiva.
O exercício anaeróbio utiliza uma forma de energia que independe do uso do oxigênio, daí o termo anaeróbio. É um exercício de alta intensidade e curta duração. Envolve um esforço intenso realizado por um número limitado de músculos e há produção de ácido lático.
São exemplos de exercícios anaeróbios os exercícios de velocidade com ou sem carga, de curta duração e alta intensidade, como a corrida de cem metros rasos, os saltos, o arremesso de peso. Exercícios de força ou exercícios resistidos, com peso como a musculação também é considerada um exercício anaeróbio.
Os movimentos que realizamos no nosso dia-a-dia são um misto de atividades físicas aeróbicas e anaeróbicas.
Sempre citamos que um programa completo de exercícios deve apresentar os dois tipos de atividade física, para melhorar a resistência cardiorrespiratória, fortalecer músculos, desacelerar a perda de massa muscular e evitar a perda de massa óssea, além de muito alongamento para manter e melhorar a flexibilidade muscular.
Para perda de gordura corporal, ambos os exercícios (aeróbios e anaeróbios) produzem efeitos, pois ambos irão acelerar o metabolismo. Mas, o ideal é associar estes dois tipos de exercícios a dieta alimentar.
Os exercícios físicos terão a função de acelerar o metabolismo. A dieta, de produzir um pequeno déficit calórico, obrigando o organismo a metabolizar as reservas de gordura.
Do ponto de vista de substratos energéticos metabolizados durante o exercício, apenas o exercício aeróbio pode metabolizar gorduras para a produção de energia necessária ao esforço físico. Entretanto, esta quantidade é extremamente baixa em vista das quantidades necessárias em um processo de perda de gordura corporal.
Além disso, a maior queima de gorduras ocorre durante o período pós-exercício, fenômeno chamado “after burning”, que representa a queima de calorias que temos após o exercício. Tanto o exercício aeróbio, quanto o anaeróbio acarretam o “after burning”. Mas este processo tem maior amplitude após sessões anaeróbias.
Por: Valéria Alvin Igayara de Souza – CREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento.
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Alimentos Termogênicos
Quando se está de dieta, toda ajuda é bem vinda. Na dificuldade de enxugar as gordurinhas, se você é do tipo que acredita que a única maneira de dar certo é fechar a boca, está enganado! O melhor, já comprovado é adotar um estilo de vida saudável, seguindo dois caminhos: reduzir a energia ingerida,ou seja, controlar a alimentação, ou aumentar o gasto calórico, por meio de exercícios físicos.
Isto para alguns não é tão simples e por esse motivo buscam alternativas inadequadas, querendo resultados rápidos e é aí que mora o perigo. Passam horas sem comer, trocam refeições por shakes, seguem dietas da moda, tomam medicamentos sem orientação médica, etc. Qualquer que seja a tática escolhida, sem o acompanhamento de um profissional nutricionista, não resta dúvida de que poderá prejudicar sua saúde.
Se o simples fato de observar uma redução de peso na balança já te anima, cuidado! Ao invés de perder gordura, muito provavelmente, está perdendo massa muscular. Assim, ficará magra e flácida e não é isso que queremos certo? Uma hora você vai cansar de se “privar” e em toda pausa na dieta, conhecerá o efeito sanfona…tudo que perdeu em duas semanas, será recuperado em uma!. Sem falar nos ataques de compulsão que em alguns momentos vão aparecer!
Para perceber os benefícios no ponteiro da balança e manter a saúde, não existe nada mais termogênico do que a atividade física. Afinal, é durante os exercícios aeróbicos que a temperatura corporal alcança os graus mais elevados e a queima calórica torna-se maior, derretendo rapidamente esses estoques de gordura em excesso. No entanto, existem alimentos que imitam o processo em menores proporções, quando consumidos com regularidade (diariamente), ajudam a queimar calorias. São os chamados alimentos termogênicos.
Alimentos termogênicos, como o nome já diz, possuem um efeito térmico, ou seja, aceleram o metabolismo e aumentam a temperatura do corpo facilitando a queima de gorduras. Porém estes, por si só, não devem ser “encarados” como milagrosos.
Eles são responsáveis por cerca de 10% do gasto total de energia, porém estes, por si só, não devem ser “encarados” como milagrosos. Devem ser inclusos aliados a uma alimentação saudável; e associados à prática de exercícios físicos, para que se tenha algum efeito positivo no processo de emagrecimento. Sozinhos não têm nenhum efeito no organismo.
A variedade dos alimentos apontados como termogênicos é imensa. Não existe uma recomendação estabelecida sobre a quantidade a ser ingerida, mas existem algumas indicações:
- Pimentões e pimenta-Caiena (pimenta-vermelha): 3 a 4g ao dia como tempero de pratos quentes e saladas é capaz de aumentar o metabolismo em 20%.
- Gengibre: Pelo menos 1 pedaço de 2cm, três vezes ao dia. O gengibre pode ser consumido cru, no tempero de aves e peixes, refogado, em forma de chá ou batido no liquidificador com frutas.
- Vinagre de Maçã: 1 colher de chá duas vezes ao dia.
- Chá Verde: 1 xícara de chá de 5 a 10 minutos antes das principais refeições. O chá verde e o branco possuem inúmeras propriedades terapêuticas já conhecidas na prevenção de doenças, além de acelerar o funcionamento do metabolismo. Os compostos presentes na planta reduzem a absorção de açúcar no sangue – o que ajuda a diminuir a compulsão por doces – e inibem a ação da amilase, uma enzima responsável pela digestão de carboidratos. Além disso, aceleram o trânsito intestinal.
- Canela: 1g duas vezes ao dia, na forma de chá, polvilhada em sopas ou preparações com queijo, gratinada no forno ou polvilhada em frutas como maça ou banana.
- Guaraná em pó: em pó ou cápsulas, 2g, duas vezes ao dia. Encontrado em drogarias e casas de produtos naturais.
Estes são os alimentos considerados mais termogênicos, mas a lista não para por aí. Outros também entram na lista: laranja, kiwi, café preto, chá mate, hortelã, alimentos ricos em ômega-3 (salmão, sardinha, cavalinha, bacalhau, etc), algas, soja, brócolis, água de coco, mostarda, aspargos, couve, acelga e até derivados de chocolate cominho, mostarda, cebola, alho e curry.
Anote essa receita fácil de um suco desintoxicante com termogênicos que equilibram o seu metabolismo. Bata na centrífuga três cenouras sem casca, duas maçãs sem casca, um pedaço pequeno de gengibre, uma folha de couve, um punhado de hortelã e um talo de salsão, e beba em jejum pela manhã. A mistura serve para acalmar o fígado e faz o organismo como um todo funcionar melhor.
Apesar de naturais, uma atenção especial deve ser dada aos hipertensos e/ou cardiopatas, gestantes e lactantes, pessoas com hemorróidas e com o aparelho digestivo sensível. Assim, uma avaliação nutricional prévia se faz necessária, uma vez que o exagero no consumo desses alimentos pode levar ao surgimento de sintomas como dor de cabeça, tontura e insônia.
Texto escrito pela nutricionista Anna Christina Castilho.
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Orientação Profissional
Quando falamos em orientação vocacional ou profissional, a maioria das pessoas associa essa prática apenas com a escolha de uma profissão; orientação esta que o jovem só procura quando está em dúvida em relação a que curso escolher. Só que a orientação profissional, como prefiro chamar, não é só isso. É preciso observar que o mundo do trabalho é algo dinâmico e muda constantemente. Com isso, é necessário um olhar sob uma perspectiva crítica a respeito das profissões; levando em conta a situação do orientando; o contexto político-econômico-social em que esse jovem está inserido e o mercado de trabalho, buscando conscientizar esse jovem que não existem garantias em nenhuma escolha que ele faça, ou seja, levantar uma visão mais realista a respeito do trabalho e dos meios de produção.Talvez você me pergunte para que passar pelo processo de orientação profissional? E eu responderei que é importante o jovem se preparar para entrar em contato com as dificuldades que virão pela frente e principalmente perceber quais as exigências que o mercado exigirá dele, podendo assim desenvolver melhor suas habilidades e atitudes.
A própria escolha do curso, para a maioria dos jovens é algo angustiante; tenha ele passado por um processo de orientação profissional ou não. O interessante é que desde crianças aprendemos a fazer escolhas, mas ao se deparar com o vestibular, um grande número de jovens entra no que chamamos de “crise”, a qual acredito ser devida a cobranças imposta pela sociedade e pelo meio familiar. Pois desde novinhos, escutamos o adulto perguntar “O que você vai ser quando crescer?”
Até então, penso na escolha frente ao vestibular, mas vale ressaltar também o grande número de jovens que desistem do curso no meio do caminho, ou aqueles que terminam o curso e atuam em outras áreas de trabalho. Percebo que a orientação profissional é um grande aliado no crescimento desses jovens e adultos, não só no que diz respeito à escolha de uma profissão, mas também em levantar reflexões acerca do mercado de trabalho, no autoconhecimento e na criação de estratégias que possibilitem sua atuação na área desejada.
Este texto foi enviado pela psicóloga Soraya Farias – Freguesia / RJ
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As funções dos Rins
Os rins são dois órgãos (um par), com forma similar a 2 feijões, localizados na parte de trás do abdômen, que são a força motriz do sistema urinário, um dos 5 sistemas excretores do ser humano: pulmões, fígado, pele, intestinos e rins.
Funcionando como filtros altamente seletivos são responsáveis por limpar o sangue das impurezas do corpo. Caso não funcionem corretamente, as impurezas se acumulam e a pessoa ficará intoxicada pela uréia e demais substâncias tóxicas que seu próprio metabolismo produziu (endógenas) ou que a pessoa internalizou (exógenas) como remédio, drogas ou agrotóxicos.
Mas, além da sua função vital de eliminar substâncias tóxicas, os rins também desempenham muitas outras funções. E, devido ao fato de passar pelo sistema renal todos os líquidos corporais, seu bom ou mau desempenho pode afetar, sem exceção, todos os demais órgãos e sistemas do organismo. Confira abaixo as principais funções do sistema renal:- Filtrar todos os líquidos corporais com a produção da urina para exercer sua função principal que é de desintoxicação e excreção;
- Eliminar substâncias tóxicas endógenas oriundas do metabolismo, como por exemplo, a uréia e a creatinina;
- Eliminar substâncias exógenas como medicações, antibióticos, aditivos químicos e drogas;
- Manter o equilíbrio de eletrólitos no corpo humano, tais como sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, bicarbonato, hidrogênio, cloro e outros;
- Regular o equilíbrio ácido-básico, buscando manter constante o pH ideal do organismo que deve ser levemente alcalino, idealmente entre 7,36 a 7,42;
- Regular a pressão e o volume de líquido corporal, retendo ou eliminando o excesso de água do organismo, ou seja, manter a pressão e o volume hídrico constante;
- Regular a composição sangüínea de células vermelhas, sais minerais, hormônios, nutrientes e outros;
- Regular a nutrição de ossos e dentes;
- Produção de hormônios como a eritropoietina que estimula a produção de hemácias (células vermelhas do sangue), a renina que eleva a pressão arterial, a vitamina D que atua no metabolismo dos ossos e regula a concentração de cálcio e fósforo no organismo, além das cininas e prostaglandinas.
PRINCIPAIS DOENÇAS QUE PODEM ATINGIR OS RINS:
- Nefrites: pielonefrite, que é a infecção do rim e glomerulonefrite, que é a inflamação do rim;
- Nefrolitíase, mais conhecida como pedra ou cálculo no rim;
- Diabetes mellitus, causada pelo elevado teor de glicose no sangue;
- Hipertensão ou pressão alta, causada pela elevada concentração de sais no sangue, retenção de líquidos ou estreitamento de vasos;
- Rins policísticos, que são cistos renais hereditários.SINTOMAS QUE SINALIZAM DESEQUILÍBRIO NA ESSÊNCIA VITAL (QI) DOS RINS
São alertas de que deve ser procurada orientação médica:
- Inchaços freqüentes, principalmente de pernas e pés;
- Alterações no aspecto da urina: cor de coca-cola, sanguinolenta, espumosa;
- Urina em excesso pode sinalizar diabetes;
- Pouca urina e ardor à micção;
- Palidez constante;
- Aumento de pressão arterial, náuseas e vômitos;
- Boca seca ou gosmenta e hálito cetônico;
- Ossos e dentes muito frágeis ou sensíveis;
- Asma e bronquites;
- Problemas de zumbido e audição e;
- Dores lombares.AS DOENÇAS RENAIS TÊM CURA?
É grande o número de pessoas que sofrem de doença renal no Brasil. Existem cerca de 60 mil pacientes em programas de tratamento de diálise. Neste ponto, significa que os rins dessas pessoas deixaram de funcionar, havendo necessidade de tratamento substitutivo renal: hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante renal.
Segundo o nefrologista Dr. Washington Ciro Fonsêca da Silva, atenção rigorosa à hipertensão arterial, ao controle da glicemia e hipertensão no diabético, assim como também, o diagnóstico de hipertrofia prostática e detecção precoce de anormalidades urinárias congênitas na infância. O propósito é evitar danos irreversíveis para a função renal.
Repetindo: as doenças mais perigosas para os rins são a diabetes e a hipertensão por serem doenças silenciosas e indolores. Em geral, o paciente não toma providências para um pronto reestabelecimento do equilíbrio do organismo e os rins, até que se torna um problema renal crônico.
Portanto, é importante que qualquer uma das doenças (ou sintomas) listadas acima seja diagnosticada e tratada no início para não ser necessária diálise ou transplante no futuro.QUEM PODE TRATAR AS DOENÇAS RENAIS?
O clínico geral ou nefrologista (que é o médico clínico especialista em rins) podem diagnosticar, prevenir e tratar alopaticamente as doenças renais.
Bons profissionais formados pela Medicina Tradicional Chinesa e a Medicina Ayurvédica Hindu são excelentes para diagnosticar com precisão holística e precocemente prevenir muitas doenças, dar orientações sobre alimentação, desintoxicação e exercícios físicos/respiratórios, e por último integrar tratamentos de cura.Localize um profissional de saúde para cuidar de sua saúde, acesse www.almanaquesaude.com.br
Fonte : IG
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Anemia
Anemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal como resultado da carência de um ou mais nutrientes essenciais, seja qual for a causa dessa deficiência. As anemias podem ser causadas por deficiência de vários nutrientes como Ferro, Zinco, Vitamina B12 e proteínas. Porém, a Anemia causada por deficiência de Ferro, denominada Anemia Ferropriva, é muito mais comum que as demais (estima-se que 90% das anemias sejam causadas por carência de Ferro). O Ferro é um nutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue e no transporte do Oxigênio para todas as células do corpo.
Crianças, gestantes, lactantes (mulheres que estão amamentando), meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são os grupos mais afetados pela doença, muito embora homens -adolescentes e adultos- e os idosos também possam ser afetados por ela.
Sintomas:
Os sinais e sintomas da carência de ferro são inespecíficos, necessitando-se de exames laboratoriais (sangue) para que seja confirmado o diagnóstico de Anemia Ferropriva. Os principais sinais e sintomas são: fadiga generalizada, anorexia (falta de apetite), palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas), menor disposição para o trabalho, dificuldade de aprendizagem nas crianças, apatia (crianças muito “paradas”).
Conseqüências:
A anemia ferropriva traz os seguintes efeitos adversos ou consequências: diminuição da produtividade no trabalho, diminuição da capacidade de aprendizado, retardamento do crescimento, apatia (morbidez), perda significativa de habilidade cognitiva, baixo peso ao nascer e mortalidade perinatal. Além disso, pode ser a causa primária de uma entre cinco mortes de parturientes ou estar associada a até 50% das mortes.
Fontes de Ferro:
O Ferro pode ser fornecido ao organismo por alimentos de origem animal e vegetal. O ferro de origem animal é melhor aproveitado pelo organismo. São melhores fontes de ferro as carnes vermelhas, principalmente fígado de qualquer animal e outras vísceras (miúdos), como rim e coração; carnes de aves e de peixes, mariscos crus. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o leite e o ovo não são fontes importantes de Ferro. Contudo, no mercado já existem os leites enriquecidos com Ferro. Entre os alimentos de origem vegetal, destacam-se como fonte de ferro os folhosos verde-escuros (exceto espinafre), como agrião, couve, cheiro-verde, taioba; as leguminosas (feijões, fava, grão-de-bico, ervilha, lentilha); grãos integrais ou enriquecidos; nozes e castanhas, melado de cana, rapadura, açúcar mascavo. Também existem disponíveis no mercado alimentos enriquecidos com ferro como farinhas de trigo e milho, cereais matinais, entre outros.
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