Archive for agosto, 2011

  • Celulite pode ser amenizada com alimentação balanceada e exercícios

    Date: 2011.08.17 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    Quem tem celulite sabe como é difícil se livrar dela, mas existem grandes aliados. Alguns legumes, frutas e verduras, ajudam a combater o aspecto de casca de laranja que as mulheres odeiam.

    1339075 300x225 Celulite pode ser amenizada com alimentação balanceada e exercíciosA lista dos aliados nesta luta começa com as verduras. “Os verdes escuros como o brócolis, agrião, rúcula, espinafre ajudam não só como anti-inflamatórios mas também ajudam a circulação”, explica Silvia Bretz, endocrinologista.

    Os mesmos benefícios estão no azeite. Basta uma colher por dia. “É claro que o azeite também é rico em caloria por isso que pessoas acima do peso não deveriam consumir mais do que quem colher se sopa e lembrando que o azeite deveria ser consumido sempre frio, porque senão pode perder algumas propriedades”, afirma.

    O ideal é substituir o pãozinho do café da manhã por aveia com frutas e trocar o arroz branco pelo integral. “Eles seriam importantes porque essas fibras no intestino reagem com a água varrendo as toxinas e eliminando fazendo uma faxina no organismo”, explica a endocrinologista.

    Pimenta, gengibre e bebidas como café e chá verde ajudam a queimar calorias, mas exigem moderação, pois podem provocar taquicardia, insônia ou gastrite. Basta um toque de pimenta e uma xícara de café. O chá verde, para quem não tem restrições, pode ser tomado de manhã e à tarde, até dois litros por dia.

    “Na verdade uma vez que não existe nenhum alimento que sozinho combata a celulite é interessante que ao longo da vida fazermos combinações inteligentes. Então começarmos sempre com uma boa salada, carnes magras como frango e peixes. O sucesso vai ser notado ao longo dos anos e da vida”, garante Silvia Bretz.

    Fonte: G1

  • Anemia falciforme

    Date: 2011.08.09 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    celulas falcemia 300x120 Anemia falciformeAs hemácias sanguíneas normais possuem a forma de disco, são flexíveis, e apresentam hemoglobina do tipo A. Este pigmento, além de ser responsável pela cor vermelha dessas células e, consequentemente, de nosso sangue, permite que ocorra o transporte de oxigênio para as diversas regiões do corpo.

    A baixa concentração de hemoglobina funcional no sangue caracteriza uma doença denominada anemia. Geralmente esse quadro está relacionado à carência de um ou mais nutrientes, sendo o ferro o responsável pela maioria dos casos.

    Quanto à anemia falciforme, o que ocorre é que as pessoas que apresentam tal doença possuem hemoglobina S, ao invés de hemoglobina do tipo A. Ela tem, como uma de suas características principais, o fato de se cristalizar em situações em que as concentrações de oxigênio diminuem, fazendo com que as hemácias tenham suas paredes rompidas, tornando-se rígidas, alongadas, e em formato de foice.

    Assim, temos como resultado glóbulos vermelhos pouco duráveis e que, em razão da morfologia que apresentam, dificultam a passagem do sangue por alguns vasos sanguíneos de menor calibre, prejudicando também a oxigenação dos tecidos. A pessoa com essa doença, dessa forma, sente-se fatigada e com dores, principalmente nos ossos e articulações. Além disso, tal indivíduo tende a ter atraso em seu crescimento, feridas nas pernas (predominantemente próximo ao tornozelo), tendência a infecções, e sua pele e olhos se apresentam amarelados.

    A anemia falciforme tem origem genética e hereditária. No entanto, para se manifestar, é necessário que a pessoa em questão receba, tanto do pai quanto da mãe, o gene alterado. Caso o receba somente de um de seus genitores, o indivíduo em questão será caracterizado como portador de traço falciforme, não desenvolvendo o quadro. Porém, caso tenha filho com parceiro portador da doença, ou com o mesmo quadro, existe a probabilidade de a criança nascer com a anemia falciforme.

    Diagnosticada no teste do pezinho (assim como a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito), outra forma de identificar esse quadro é através de um exame denominado eletroforese de hemoglobina. É pertinente ressaltar sobre a relevância de se procurar auxílio médico para descartar ou confirmar a anemia falciforme, se tratando de pessoas que possuem casos como esse na família e não fizeram o teste do pezinho.

    Quanto ao tratamento, por se tratar de uma doença incurável, é importante o acompanhamento médico, visando melhorias na qualidade de vida ao paciente, como o controle da dor, melhor oxigenação dos tecidos corporais, e prevenção de complicações.

    Curiosidades:

    A anemia falciforme é uma das doenças hereditárias de maior prevalência no Brasil e no mundo; e é mais frequente entre a população afrodescendente.
    Por Mariana Araguaia
    Bióloga, especialista em Educação Ambiental
    Equipe Brasil Escola

  • Nem todo vaso é decorativo

    Date: 2011.08.09 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    cirurgiaovascular2 192x300 Nem todo vaso é decorativoO que é escleroterapia ?

    A escleroterapia, também chamada de “aplicação” ou até mesmo de  “queimar vasinhos” é um procedimento médico realizado para o tratamento de vasos sanguineos dilatados ou mal formações, ou seja varizes nos mais diversos tamanhos.

    Um liquido, espuma ou laser é utilizado como esclerosante, injetado ou aplicado sobre a veia, causando uma alteração nas células do vaso fechando-o. Quando o liquido ou espuma continua na circulação e atinge vasos maiores é diluido pelo sangue e perde a concentração e, portanto seu efeito. O laser funciona apenas em um comprimento de onda, ou seja, ele possui um alvo, no caso a hemoglobina das células vermelhas. Ao atingir a hemoglogina, aumenta a temperatura local, a ponto de ebulição, fechando a vaso por causa do calor. A termocoagulação por sua vez aumenta a temperatura do vaso por uma pequena agulha especial, também causando seu fechamento.

    Como é feita a escleroterapia ?

    É um tratamento sem cirurgia, e, portanto, feito em consultório. Os “vasinhos” são tratados com a aplicação de medicamentos esclerosantes nas veias prejudicadas, obstruindo o fluxo sanguineo. As veias doentes não são necessárias para a circulação, de modo que o sangue buscará veias mais saudáveis para percorrer. Ao obstruir os vasinhos vermelhos, há uma melhora do aspecto estético das pernas.

    A escleroterapia tem sua eficácia diminuida caso esses vasinhos estejam conectados a veias varicosas, as veias nutridoras. Nesse caso, a microcirurgia pode ser indicada. O especialista capaz de identificar este problema e indicar o melhor tratamento é o cirurgião vascular.

    Quais são as técnicas de escleroterapia ? Qual devo escolher ?

    A escleroterapia pode ser realizada com medicamentos, laser e termocoagulação. A escleroterapia quimica, conhecida como “aplicação” utiliza um líquido muito concentrado, chamado de esclerosante injetado por microagulhas dentro dos vasinhos. O líquido mais utilizado é a glicose por sua segurança e eficácia. Quando a glicose é aplicada congelada, próximo de 30 graus negativos, sua viscosidade aumenta e consequentemente a dor diminui e eficácia aumenta, essa técnica é chamada de crioescleroterapia.

    A escleroterapia com espuma é uma técnica que se injeta uma substância, o polidocanol, em forma de espuma. Apresentando uma densidade menor, ela mantém contato com a parede do vaso por mais tempo, empurrando o sangue, e portanto sendo mais eficaz em vasos maiores.

    A escleroterapia com laser elimina os vasinhos pela ação física da luz e calor nas teleangiectasias.

    Como cada técnica é mais indicada para um ou outro vaso, o cirurgião vascular é o especialista recomendado para indicar o melhor tratamento. Não existe um tratamento só que resolva todos os problemas, frequentemente é necessário a associação de métodos, e somente o especialista pode dizer qual o mais indicado.

    Localize o Cirurgião Vascular e Endovascular Dr. Alexandre Amato – S.P

  • Pacientes do SUS serão acompanhados pelo Cartão Nacional de Saúde

    Date: 2011.08.09 | Category: Conheça alguns tratamentos | Response: 0

    sus1 300x120 Pacientes do SUS serão acompanhados pelo Cartão Nacional de SaúdeOs pacientes do Sistema Único de Saúde terão a base de seu histórico de atendimento acompanhado por qualquer unidade de saúde em território nacional, a partir de 2012. A medida auxilia na sequência ao seu tratamento, restabelecimento da saúde e promoção da qualidade de vida do usuário. Com a nova portaria do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial na quinta-feira, 21, o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) será obrigatório para que instituições de saúde realizem procedimentos ambulatoriais e hospitalares. Além disso, outro documento determina que os profissionais de saúde registrem os contatos do paciente para que a Ouvidoria do SUS possa, por exemplo, estabelecer um acompanhamento da satisfação do usuário.

    A implementação dessas ferramentas faz parte do esforço do Ministério da Saúde em oferecer um atendimento integral ao cidadão e acompanhar a qualidade do serviço prestado. Em maio, o Ministério da Saúde publicou portaria que regulamentou Sistema Cartão Nacional de Saúde, por meio de um número único válido em todo o território nacional.

    “A identificação dos usuários das ações e serviços de saúde é extremamente importante. Só assim poderemos garantir uma atenção completa ao usuário. Isso permite a organização da rede, das ações e da disposição dos serviços de saúde”, afirma Odorico Monteiro, secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde.

    Procedimentos
    Com portaria publicada nesta quinta-feira, passa a vigorar uma regra que deve gerar mudanças no relacionamento do SUS com os cidadãos. Os profissionais de saúde deverão incluir na ficha de registro de procedimentos ambulatoriais e hospitalares o endereço eletrônico e o telefone dos pacientes. Além de aperfeiçoar a identificação dos usuários, estes dados ajudarão o Ministério da Saúde a monitorar os serviços oferecidos pelo SUS. Por meio da Ouvidoria ativa, por exemplo, o ministério pretende pesquisar o nível satisfação dos usuários quanto ao atendimento recebido.

    O secretário de Gestão Estratégica reforça que a nova portaria que determina o uso do Cartão Nacional de Saúde nos procedimentos ambulatoriais e hospitalares é mais um grande passo no processo de implantação de uma rede integral de atendimento. Com os formulários, a sistema de saúde passa a ter a chave de acesso de todo e qualquer paciente que passar pelo SUS, em território nacional.

    Entre janeiro e março de 2012, todos os formulários de Autorização de Internação Hospitalar (AIH) ou de Procedimento Ambulatorial (APAC), além do Boletim de Produção Ambulatorial Individualizada (BPA-I), conterão um campo próprio para o número do Cartão. O prazo foi estabelecido para dar tempo aos gestores organizem e estruturem suas redes de atendimento.

    Não há impedimento para aqueles que não possuírem o Cartão. Os estabelecimentos de saúde deverão solicitar o número do CNS no ato da admissão do paciente. Caso o usuário não disponha da informação, a unidade deve efetuar a consulta pelo Departamento de Informática do SUS (Datasus) na internet. Se não possuir o cadastro, as informações serão colocadas no ato pelo sistema do Datasus.

    Nascimento
    Outra providência virá por portaria prevista para esta sexta-feira, 22, que é a utilização dos registros inseridos no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) no cadastramento dos usuários do SUS. A ideia é fazer com que cada bebê que saia da maternidade – seja ela pública ou privada – possua seu registro eletrônico de saúde. Já os cadastros inseridos no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), também deverão ser aproveitados para desativar o registro de saúde.

    “Com a obrigatoriedade do Cartão nos vários registros do SUS, estamos criando mecanismos para facilitar a universalização e a integralidade das ações e serviços de saúde”, ressalta Odorico Monteiro. A medida ainda permite o cruzamento de dados para evitar fraudes no sistema utilizando registro de pessoas falecidas.

    O secretário explica que a adaptação das maternidades às novas regras será gradativa. “Tomaremos as medidas necessárias para que todas as maternidades do país se adaptem às novas regras, seguindo o mesmo cronograma de implantação do próprio Cartão”. A partir de agora, no entanto, a certidão de nascimento ou a declaração de óbito de qualquer cidadão brasileiro será um documento válido para a inclusão ou exclusão do registro de saúde. Até então, apenas o documento RG era considerado válido.

    O SINASC é uma base de dados nacional que contém dados sobre nascidos vivos, como sexo, peso, local onde ocorreu o nascimento, nome dos pais, tipo de parto, entre outras informações. O Departamento de Informática do SUS será o responsável por assegurar a conferência e validação dos dois sistemas com a Base Nacional de Dados dos Usuários no Sistema Cartão Nacional de Saúde.

    Fonte: Saúde Digital

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