Archive for agosto, 2011
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Celulite pode ser amenizada com alimentação balanceada e exercícios
Quem tem celulite sabe como é difícil se livrar dela, mas existem grandes aliados. Alguns legumes, frutas e verduras, ajudam a combater o aspecto de casca de laranja que as mulheres odeiam.
A lista dos aliados nesta luta começa com as verduras. “Os verdes escuros como o brócolis, agrião, rúcula, espinafre ajudam não só como anti-inflamatórios mas também ajudam a circulação”, explica Silvia Bretz, endocrinologista.Os mesmos benefícios estão no azeite. Basta uma colher por dia. “É claro que o azeite também é rico em caloria por isso que pessoas acima do peso não deveriam consumir mais do que quem colher se sopa e lembrando que o azeite deveria ser consumido sempre frio, porque senão pode perder algumas propriedades”, afirma.
O ideal é substituir o pãozinho do café da manhã por aveia com frutas e trocar o arroz branco pelo integral. “Eles seriam importantes porque essas fibras no intestino reagem com a água varrendo as toxinas e eliminando fazendo uma faxina no organismo”, explica a endocrinologista.
Pimenta, gengibre e bebidas como café e chá verde ajudam a queimar calorias, mas exigem moderação, pois podem provocar taquicardia, insônia ou gastrite. Basta um toque de pimenta e uma xícara de café. O chá verde, para quem não tem restrições, pode ser tomado de manhã e à tarde, até dois litros por dia.
“Na verdade uma vez que não existe nenhum alimento que sozinho combata a celulite é interessante que ao longo da vida fazermos combinações inteligentes. Então começarmos sempre com uma boa salada, carnes magras como frango e peixes. O sucesso vai ser notado ao longo dos anos e da vida”, garante Silvia Bretz.
Fonte: G1
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Anemia falciforme
As hemácias sanguíneas normais possuem a forma de disco, são flexíveis, e apresentam hemoglobina do tipo A. Este pigmento, além de ser responsável pela cor vermelha dessas células e, consequentemente, de nosso sangue, permite que ocorra o transporte de oxigênio para as diversas regiões do corpo.A baixa concentração de hemoglobina funcional no sangue caracteriza uma doença denominada anemia. Geralmente esse quadro está relacionado à carência de um ou mais nutrientes, sendo o ferro o responsável pela maioria dos casos.
Quanto à anemia falciforme, o que ocorre é que as pessoas que apresentam tal doença possuem hemoglobina S, ao invés de hemoglobina do tipo A. Ela tem, como uma de suas características principais, o fato de se cristalizar em situações em que as concentrações de oxigênio diminuem, fazendo com que as hemácias tenham suas paredes rompidas, tornando-se rígidas, alongadas, e em formato de foice.
Assim, temos como resultado glóbulos vermelhos pouco duráveis e que, em razão da morfologia que apresentam, dificultam a passagem do sangue por alguns vasos sanguíneos de menor calibre, prejudicando também a oxigenação dos tecidos. A pessoa com essa doença, dessa forma, sente-se fatigada e com dores, principalmente nos ossos e articulações. Além disso, tal indivíduo tende a ter atraso em seu crescimento, feridas nas pernas (predominantemente próximo ao tornozelo), tendência a infecções, e sua pele e olhos se apresentam amarelados.
A anemia falciforme tem origem genética e hereditária. No entanto, para se manifestar, é necessário que a pessoa em questão receba, tanto do pai quanto da mãe, o gene alterado. Caso o receba somente de um de seus genitores, o indivíduo em questão será caracterizado como portador de traço falciforme, não desenvolvendo o quadro. Porém, caso tenha filho com parceiro portador da doença, ou com o mesmo quadro, existe a probabilidade de a criança nascer com a anemia falciforme.
Diagnosticada no teste do pezinho (assim como a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito), outra forma de identificar esse quadro é através de um exame denominado eletroforese de hemoglobina. É pertinente ressaltar sobre a relevância de se procurar auxílio médico para descartar ou confirmar a anemia falciforme, se tratando de pessoas que possuem casos como esse na família e não fizeram o teste do pezinho.
Quanto ao tratamento, por se tratar de uma doença incurável, é importante o acompanhamento médico, visando melhorias na qualidade de vida ao paciente, como o controle da dor, melhor oxigenação dos tecidos corporais, e prevenção de complicações.
Curiosidades:
A anemia falciforme é uma das doenças hereditárias de maior prevalência no Brasil e no mundo; e é mais frequente entre a população afrodescendente.
Por Mariana Araguaia
Bióloga, especialista em Educação Ambiental
Equipe Brasil Escola -
Nem todo vaso é decorativo
A escleroterapia, também chamada de “aplicação” ou até mesmo de “queimar vasinhos” é um procedimento médico realizado para o tratamento de vasos sanguineos dilatados ou mal formações, ou seja varizes nos mais diversos tamanhos.
Um liquido, espuma ou laser é utilizado como esclerosante, injetado ou aplicado sobre a veia, causando uma alteração nas células do vaso fechando-o. Quando o liquido ou espuma continua na circulação e atinge vasos maiores é diluido pelo sangue e perde a concentração e, portanto seu efeito. O laser funciona apenas em um comprimento de onda, ou seja, ele possui um alvo, no caso a hemoglobina das células vermelhas. Ao atingir a hemoglogina, aumenta a temperatura local, a ponto de ebulição, fechando a vaso por causa do calor. A termocoagulação por sua vez aumenta a temperatura do vaso por uma pequena agulha especial, também causando seu fechamento.
Como é feita a escleroterapia ?
É um tratamento sem cirurgia, e, portanto, feito em consultório. Os “vasinhos” são tratados com a aplicação de medicamentos esclerosantes nas veias prejudicadas, obstruindo o fluxo sanguineo. As veias doentes não são necessárias para a circulação, de modo que o sangue buscará veias mais saudáveis para percorrer. Ao obstruir os vasinhos vermelhos, há uma melhora do aspecto estético das pernas.
A escleroterapia tem sua eficácia diminuida caso esses vasinhos estejam conectados a veias varicosas, as veias nutridoras. Nesse caso, a microcirurgia pode ser indicada. O especialista capaz de identificar este problema e indicar o melhor tratamento é o cirurgião vascular.
Quais são as técnicas de escleroterapia ? Qual devo escolher ?
A escleroterapia pode ser realizada com medicamentos, laser e termocoagulação. A escleroterapia quimica, conhecida como “aplicação” utiliza um líquido muito concentrado, chamado de esclerosante injetado por microagulhas dentro dos vasinhos. O líquido mais utilizado é a glicose por sua segurança e eficácia. Quando a glicose é aplicada congelada, próximo de 30 graus negativos, sua viscosidade aumenta e consequentemente a dor diminui e eficácia aumenta, essa técnica é chamada de crioescleroterapia.
A escleroterapia com espuma é uma técnica que se injeta uma substância, o polidocanol, em forma de espuma. Apresentando uma densidade menor, ela mantém contato com a parede do vaso por mais tempo, empurrando o sangue, e portanto sendo mais eficaz em vasos maiores.
A escleroterapia com laser elimina os vasinhos pela ação física da luz e calor nas teleangiectasias.
Como cada técnica é mais indicada para um ou outro vaso, o cirurgião vascular é o especialista recomendado para indicar o melhor tratamento. Não existe um tratamento só que resolva todos os problemas, frequentemente é necessário a associação de métodos, e somente o especialista pode dizer qual o mais indicado.
Localize o Cirurgião Vascular e Endovascular Dr. Alexandre Amato – S.P
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Pacientes do SUS serão acompanhados pelo Cartão Nacional de Saúde
Os pacientes do Sistema Único de Saúde terão a base de seu histórico de atendimento acompanhado por qualquer unidade de saúde em território nacional, a partir de 2012. A medida auxilia na sequência ao seu tratamento, restabelecimento da saúde e promoção da qualidade de vida do usuário. Com a nova portaria do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial na quinta-feira, 21, o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) será obrigatório para que instituições de saúde realizem procedimentos ambulatoriais e hospitalares. Além disso, outro documento determina que os profissionais de saúde registrem os contatos do paciente para que a Ouvidoria do SUS possa, por exemplo, estabelecer um acompanhamento da satisfação do usuário.A implementação dessas ferramentas faz parte do esforço do Ministério da Saúde em oferecer um atendimento integral ao cidadão e acompanhar a qualidade do serviço prestado. Em maio, o Ministério da Saúde publicou portaria que regulamentou Sistema Cartão Nacional de Saúde, por meio de um número único válido em todo o território nacional.
“A identificação dos usuários das ações e serviços de saúde é extremamente importante. Só assim poderemos garantir uma atenção completa ao usuário. Isso permite a organização da rede, das ações e da disposição dos serviços de saúde”, afirma Odorico Monteiro, secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde.
Procedimentos
Com portaria publicada nesta quinta-feira, passa a vigorar uma regra que deve gerar mudanças no relacionamento do SUS com os cidadãos. Os profissionais de saúde deverão incluir na ficha de registro de procedimentos ambulatoriais e hospitalares o endereço eletrônico e o telefone dos pacientes. Além de aperfeiçoar a identificação dos usuários, estes dados ajudarão o Ministério da Saúde a monitorar os serviços oferecidos pelo SUS. Por meio da Ouvidoria ativa, por exemplo, o ministério pretende pesquisar o nível satisfação dos usuários quanto ao atendimento recebido.O secretário de Gestão Estratégica reforça que a nova portaria que determina o uso do Cartão Nacional de Saúde nos procedimentos ambulatoriais e hospitalares é mais um grande passo no processo de implantação de uma rede integral de atendimento. Com os formulários, a sistema de saúde passa a ter a chave de acesso de todo e qualquer paciente que passar pelo SUS, em território nacional.
Entre janeiro e março de 2012, todos os formulários de Autorização de Internação Hospitalar (AIH) ou de Procedimento Ambulatorial (APAC), além do Boletim de Produção Ambulatorial Individualizada (BPA-I), conterão um campo próprio para o número do Cartão. O prazo foi estabelecido para dar tempo aos gestores organizem e estruturem suas redes de atendimento.
Não há impedimento para aqueles que não possuírem o Cartão. Os estabelecimentos de saúde deverão solicitar o número do CNS no ato da admissão do paciente. Caso o usuário não disponha da informação, a unidade deve efetuar a consulta pelo Departamento de Informática do SUS (Datasus) na internet. Se não possuir o cadastro, as informações serão colocadas no ato pelo sistema do Datasus.
Nascimento
Outra providência virá por portaria prevista para esta sexta-feira, 22, que é a utilização dos registros inseridos no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) no cadastramento dos usuários do SUS. A ideia é fazer com que cada bebê que saia da maternidade – seja ela pública ou privada – possua seu registro eletrônico de saúde. Já os cadastros inseridos no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), também deverão ser aproveitados para desativar o registro de saúde.“Com a obrigatoriedade do Cartão nos vários registros do SUS, estamos criando mecanismos para facilitar a universalização e a integralidade das ações e serviços de saúde”, ressalta Odorico Monteiro. A medida ainda permite o cruzamento de dados para evitar fraudes no sistema utilizando registro de pessoas falecidas.
O secretário explica que a adaptação das maternidades às novas regras será gradativa. “Tomaremos as medidas necessárias para que todas as maternidades do país se adaptem às novas regras, seguindo o mesmo cronograma de implantação do próprio Cartão”. A partir de agora, no entanto, a certidão de nascimento ou a declaração de óbito de qualquer cidadão brasileiro será um documento válido para a inclusão ou exclusão do registro de saúde. Até então, apenas o documento RG era considerado válido.
O SINASC é uma base de dados nacional que contém dados sobre nascidos vivos, como sexo, peso, local onde ocorreu o nascimento, nome dos pais, tipo de parto, entre outras informações. O Departamento de Informática do SUS será o responsável por assegurar a conferência e validação dos dois sistemas com a Base Nacional de Dados dos Usuários no Sistema Cartão Nacional de Saúde.
Fonte: Saúde Digital
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