Archive for janeiro, 2012
-
Como mudar os hábitos alimentares
É sempre complicado tentar mudar os hábitos das pessoas, principalmente quando se trata de costumes aprendidos ao longo de muitos anos. Por isso muitas vezes o tratamento da obesidade gera tanta frustração, pois alguns indivíduos encontram dificuldades em mudar um comportamento alimentar enraizado desde a infância. No entanto, algumas técnicas podem tornar mais fáceis à mudança do padrão alimentar para pessoas com ingestão excessiva de calorias, possibilitando a adoção de uma alimentação mais moderada.
A modificação de comportamento, portanto, deve ser estimulada e apoiada. O paciente deve receber informações que o ajudem a implementar essas mudanças.
Uma das recomendações mais importantes é: aprender a reconhecer e a evitar situações que favoreçam o consumo excessivo de alimento. Há pessoas que comem demais (“beliscam”) enquanto estão assistindo à televisão, por exemplo; nesse caso, deve-se diminuir as horas gastas em frente à TV.
Comer devagar também é importante. Alguns truques que podem ajudar são: tomar pequenos goles de água entre as garfadas, usar talheres menores ou mastigar mais vezes cada porção de alimento.O paciente deve aprender a ser firme nas suas decisões, tornando-se capaz de dizer “não” à comida quando necessário.
Outro problema muitas vezes é quando o paciente se alimenta, fora de hora, de maneira praticamente inconsciente, ou seja, “belisca” e muitas vezes nem sequer se lembra de ter comido, horas depois. Isso acontece com pessoas muito ansiosas ou estressadas. Nessa situação, um recurso interessante é usar um diário alimentar, onde o paciente vai anotar tudo que mastigou ou ingeriu durante o dia. O uso desse diário pode fazer com que o paciente perceba que, na verdade, ingere muito mais alimento do que imaginava, e pode permitir que ele assuma o controle da sua alimentação de uma forma mais efetiva.
O apoio da família ou de um amigo que também esteja desejando perder peso também pode ser uma estratégia de valor para facilitar as mudanças de comportamento. Técnicas de relaxamento ou maneiras de reduzir o nível de stress são freqüentemente úteis, quando as preocupações cotidianas dificultam um padrão alimentar mais saudável. O sujeito deve saber reconhecer a diferença entre “fome” e “vontade de comer”, e respeitar os horários para alimentação.
Em casos mais sérios, quando a pessoa não consegue controlar os impulsos e alimenta-se excessivamente mesmo sem ter fome, isso pode configurar um chamado “transtorno alimentar”, e exige avaliação psiquiátrica e, muitas vezes, uso de medicações para reduzir a ansiedade.
Essas mudanças todas de comportamento podem ser mais traumáticas e difíceis em pessoas que gostam demais de comer, ou que usam a alimentação como uma das suas principais fontes de prazer e entretenimento. Nesses casos, a pessoa deve buscar novas formas de lazer e distração, ou novas formas de descarregar suas tensões.
Lembrar que: deve-se comer para viver, e não viver para comer. O apoio de um psicólogo é fundamental para auxiliar nessa mudança de enfoque.
Resumindo, não há um único jeito correto de perder peso. O obeso pode beneficiar-se de várias das sugestões dadas nesse texto, que podem ser auxiliares às recomendações do médico. Procurar um endocrinologista é o ponto de partida para obter avaliação, informação e apoio necessários a esse grande desafio, que é perder peso com saúde.É sempre complicado tentar mudar os hábitos das pessoas, principalmente quando se trata de costumes aprendidos ao longo de muitos anos. Por isso muitas vezes o tratamento da obesidade gera tanta frustração, pois alguns indivíduos encontram dificuldades em mudar um comportamento alimentar enraizado desde a infância. No entanto, algumas técnicas podem tornar mais fáceis à mudança do padrão alimentar para pessoas com ingestão excessiva de calorias, possibilitando a adoção de uma alimentação mais moderada.
A modificação de comportamento, portanto, deve ser estimulada e apoiada. O paciente deve receber informações que o ajudem a implementar essas mudanças.
Uma das recomendações mais importantes é: aprender a reconhecer e a evitar situações que favoreçam o consumo excessivo de alimento. Há pessoas que comem demais (“beliscam”) enquanto estão assistindo à televisão, por exemplo; nesse caso, deve-se diminuir as horas gastas em frente à TV.
Comer devagar também é importante. Alguns truques que podem ajudar são: tomar pequenos goles de água entre as garfadas, usar talheres menores ou mastigar mais vezes cada porção de alimento.
O paciente deve aprender a ser firme nas suas decisões, tornando-se capaz de dizer “não” à comida quando necessário.
Outro problema muitas vezes é quando o paciente se alimenta, fora de hora, de maneira praticamente inconsciente, ou seja, “belisca” e muitas vezes nem sequer se lembra de ter comido, horas depois. Isso acontece com pessoas muito ansiosas ou estressadas. Nessa situação, um recurso interessante é usar um diário alimentar, onde o paciente vai anotar tudo que mastigou ou ingeriu durante o dia. O uso desse diário pode fazer com que o paciente perceba que, na verdade, ingere muito mais alimento do que imaginava, e pode permitir que ele assuma o controle da sua alimentação de uma forma mais efetiva.
O apoio da família ou de um amigo que também esteja desejando perder peso também pode ser uma estratégia de valor para facilitar as mudanças de comportamento. Técnicas de relaxamento ou maneiras de reduzir o nível de stress são freqüentemente úteis, quando as preocupações cotidianas dificultam um padrão alimentar mais saudável. O sujeito deve saber reconhecer a diferença entre “fome” e “vontade de comer”, e respeitar os horários para alimentação.
Em casos mais sérios, quando a pessoa não consegue controlar os impulsos e alimenta-se excessivamente mesmo sem ter fome, isso pode configurar um chamado “transtorno alimentar”, e exige avaliação psiquiátrica e, muitas vezes, uso de medicações para reduzir a ansiedade.
Essas mudanças todas de comportamento podem ser mais traumáticas e difíceis em pessoas que gostam demais de comer, ou que usam a alimentação como uma das suas principais fontes de prazer e entretenimento. Nesses casos, a pessoa deve buscar novas formas de lazer e distração, ou novas formas de descarregar suas tensões.
Lembrar que: deve-se comer para viver, e não viver para comer. O apoio de um psicólogo é fundamental para auxiliar nessa mudança de enfoque.
Resumindo, não há um único jeito correto de perder peso. O obeso pode beneficiar-se de várias das sugestões dadas nesse texto, que podem ser auxiliares às recomendações do médico. Procurar um endocrinologista é o ponto de partida para obter avaliação, informação e apoio necessários a esse grande desafio, que é perder peso com saúde.
Endocrinologista- Doutorado pela UFRJ
Programa de Diabetes e Hipertensão da SMSDC-RJ -
Crescimento e uso de GH- hormônio de crescimento
Muitos pais se preocupam com a altura de seus filhos. “Será que ele não está crescendo como deveria”? Como podemos saber se nosso filho não está crescendo bem? Na verdade, toda criança deve ser medida e pesada pelo menos uma vez ao ano. Desta forma, qualquer desvio do normal será percebido rapidamente. Existem gráficos que ajudam nesse acompanhamento. Este acompanhamento regular deveria ser seguido rigorosamente por todos, normalmente pelos pediatras. Notando- se algum desvio na curva de crescimento devemos então realizar uma avaliação com Endocrinologista.
A altura de uma pessoa é resultado da combinação de vários genes oriundos de seu pai e de sua mãe. Em geral, temos 50% de chance de ter uma altura semelhante à do pai ou da mãe. Os irmãos tem 50% de chance de ficarem com alturas semelhantes e apenas 25% de semelhança pode ser esperado em relação a altura de avós e tios. Em gêmeos monozigóticos (“idênticos”), cuja carga genética é a mesma, a altura final será praticamente igual, desde que ambos passem pelas mesmas condições ambientais ao longo do período de crescimento. Entretanto, se um deles tiver algum problema nutricional ou alguma doença crônica, ele poderá perder altura e ficar mais baixo em relação ao outro que não enfrentou condições desfavoráveis.
Quando não existe doença, uma vida saudável, alimentação adequada, atividade física, horas de sono suficiente, tudo favorece um crescimento saudável.
O hormônio de crescimento, conhecido como GH, é produzido pela glândula hipófise, situada na base do crânio, e é muito importante para o crescimento estatural desde os primeiros anos de vida. Em alguns casos pode-se ter deficiência de crescimento por alteração na produção desse hormônio. Embora não seja uma causa muito freqüente deve ser sempre suspeitada quando existe diminuição da velocidade de crescimento de uma criança.O crescimento é um processo bastante dinâmico que inicia na concepção e se estende até a vida adulta, ocorrendo em intensidades variáveis nas diferentes fases da vida de uma criança e de um adolescente. Cada pessoa irá crescer enquanto seus ossos tiverem cartilagens de crescimento não calcificadas, independentemente da idade cronológica que ela apresente.
O amadurecimento e a calcificação destas cartilagens de crescimento dependem principalmente da puberdade. Dois jovens de mesma idade cronológica com diferentes estágios puberais irão crescer de forma diferente. Aquele com um desenvolvimento mais avançado da puberdade provavelmente terá as cartilagens mais calcificadas e mais próximo de parar de crescer do que o outro que está apenas na fase inicial da puberdade. Da mesma maneira, uma menina de 10 anos de idade que esteja com as mamas desenvolvidas, com pêlos pubianos e já apresentou a primeira menstruação deve parar de crescer antes do que uma menina de 12 anos de idade que esteja apenas iniciando o desenvolvimento mamário. Este grau de amadurecimento das cartilagens pode ser avaliado com uma radiografia das mãos e dos punhos para avaliação da “idade óssea”.
Nos meninos, a puberdade e o estirão de crescimento começa em média 2 anos mais tarde do que nas meninas. Essa “demora” prolonga o crescimento antes da puberdade, que associado com um estirão mais intenso e um período de crescimento mais prolongado no sexo masculino, resulta que os homens sejam em média 13 cm mais altos que as mulheres.
O tratamento de reposição (substituição) com GH está indicado em todo indivíduo, independente da faixa etária, que apresente deficiência da produção de GH pela hipófise. A deficiência de GH pode ter início na infância (nanismo hipofisário) ou na vida adulta, por exemplo, por causa de um tumor da hipófise. Na infância, o GH também pode ser benéfico na baixa estatura em meninas com Síndrome de Turner, em crianças nascidas pequenas para a idade gestacional, nos portadores da Síndrome de Prader-Willi, em crianças com insuficiência renal crônica, entre outros.
Em geral, nas crianças com baixa estatura causada pelas diferentes etiologias em que o uso de GH está aprovado, o tratamento pode ser feito até que se atinja a estatura final planejada. Em geral, isso não se baseia na idade cronológica, mas sim na idade óssea e na velocidade de crescimento que a criança está apresentando.
O tratamento com GH é feito através de injeções diárias, aplicadas ao deitar, por via subcutânea (isto é, na gordura) nas coxas, braços, nádegas ou abdome. Não existem preparações em formas de comprimidos, sprays, supositórios ou adesivos.
Os efeitos colaterais são raros mas podem ocorrer, principalmente com uso de doses excessivas. Reações locais da aplicação são incomuns mas podem ocorrer. Raramente o uso de GH pode causar hipertensão intracraniana benigna (“síndrome do pseudotumor cerebral”), que cursa com dor de cabeça, vômitos, alterações visuais, agitação ou alterações da marcha (do ato de andar). Em adultos, os principais efeitos colaterais se relacionam com retenção de água que o GH pode promover, causando inchaço, dores articulares ou musculares, e formigamentos de extremidades, geralmente relacionados com a síndrome do túnel do carpo.
O GH deve ser interrompido quando a resposta não é a esperada, na presença de efeitos adversos, ou quando o paciente não quer mais o tratamento.
Para aqueles interessados no assunto recomendo o site da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (www.sbem.org.br) e o artigo 10 coisas que você precisa saber sobre crescimento e GH, que serviu de fonte para essa matéria.fonte:Endocrinologista- Doutorado pela UFRJ
Programa de Diabetes e Hipertensão da SMSDC-RJ -
Combatendo a retenção hídrica com a alimentação
Alimentos que ajudam na retenção de líquidos:
Pepino, abobrinha, chuchu, alface, abacaxi, pêra e melancia, que têm 90% de água.Laranja, tomate, banana e manga, que ajudam a desinchar.Melão, salsão, aspargo, agrião, rúcula e almeirão, todos diuréticos naturais.Chás diuréticos: prefira chá verde, de carqueja ou cavalinha.Fibras como aveia, granola, ameixa seca e uva, que previnem a prisão de ventre.Folhas verde-escuras, que ativam a circulação.Ervas aromáticas e especiarias em geral.Alho, que diminui a pressão arterial e combate o inchaço.
Alimentos que devem ser evitados:
Repolho, couve, couve-flor e batata-doce, que fermentam e provocam gases.Refrigerante (mesmo light e diet), porque é uma bebida rica em sódio.Embutidos (salame, mortadela) e carnes como bacalhau e carne-seca. Eles têm muito sal.Enlatados em geral: palmito, atum, sardinha, milho, ervilhas etc.Café, chá mate, guaraná, achocolatado e outros alimentos que contêm cafeína.Frituras e lanches servidos em fast-food.Condimentos prontos, como ketchup e mostarda.Doces. Aliás, abusar do açúcar acelera a produção de toxinas.
Anote aí uma receita de suco que ajuda desintoxicar e eliminar peso:
Bata tudo no liquidificador:. 1/2 maçã. 1/2 pêra. 1 fatia de melão. 1 colher (chá) de gengibre ralado. 1 copo de suco de laranja. Gelo a gosto
Encontre a Dra. Luciana Spina no Almanaque Saúde
Pesquise aqui:
Sobre o Almanaque Saúde
Lista de Links
Arquivo
- fevereiro 2012 (2)
- janeiro 2012 (3)
- novembro 2011 (1)
- outubro 2011 (4)
- setembro 2011 (1)
- agosto 2011 (4)
- julho 2011 (5)
- maio 2011 (3)
- abril 2011 (7)
- fevereiro 2011 (4)
- janeiro 2011 (3)
- dezembro 2010 (6)
- novembro 2010 (15)
- outubro 2010 (9)
- setembro 2010 (12)
- agosto 2010 (11)
- julho 2010 (15)
- junho 2010 (25)
- maio 2010 (8)
- abril 2010 (22)
- março 2010 (7)
- fevereiro 2010 (10)
- janeiro 2010 (16)
- dezembro 2009 (5)
- novembro 2009 (17)
Artigos recentes
- Para geneticista, é cedo para falar em tratamento com células-tronco
- Prefeitura inicia Serviço Público de Equoterapia para pessoas com deficiência
- Como mudar os hábitos alimentares
- Crescimento e uso de GH- hormônio de crescimento
- Combatendo a retenção hídrica com a alimentação
- Megaestudo sobre celular descarta risco de câncer
- Nutróloga recomenda alimentos que saciam para emagrecer
- Saúde Bucal dos adolescentes
- Alimentos fibrosos contribuem para a limpeza dos dentes
- Dia Mundial do Dentista
- Falta de memória é uma doença?
- Celulite pode ser amenizada com alimentação balanceada e exercícios
- Anemia falciforme
- Nem todo vaso é decorativo
- Pacientes do SUS serão acompanhados pelo Cartão Nacional de Saúde
Categorias
- Artigos (1)
- Campanhas (1)
- Conheça alguns tratamentos (209)
- Psicologia (6)
- Reportagens (1)


Facebook Almanaque Saúde
Twitter Almanaque Saúde