• Como mudar os hábitos alimentares

    Date: 2012.01.24 | Category: Conheça alguns tratamentos | Tags:

    Habitos alimentares ideais para diabeticos Como mudar os hábitos alimentaresÉ sempre complicado tentar mudar os hábitos das pessoas, principalmente quando se trata de costumes aprendidos ao longo de muitos anos. Por isso muitas vezes o tratamento da obesidade gera tanta frustração, pois alguns indivíduos encontram dificuldades em mudar um comportamento alimentar enraizado desde a infância. No entanto, algumas técnicas podem tornar mais fáceis à mudança do padrão alimentar para pessoas com ingestão excessiva de calorias, possibilitando a adoção de uma alimentação mais moderada.

    A modificação de comportamento, portanto, deve ser estimulada e apoiada. O paciente deve receber informações que o ajudem a implementar essas mudanças.

    Uma das recomendações mais importantes é: aprender a reconhecer e a evitar situações que favoreçam o consumo excessivo de alimento. Há pessoas que comem demais (“beliscam”) enquanto estão assistindo à televisão, por exemplo; nesse caso, deve-se diminuir as horas gastas em frente à TV.

    Comer devagar também é importante. Alguns truques que podem ajudar são: tomar pequenos goles de água entre as garfadas, usar talheres menores ou mastigar mais vezes cada porção de alimento.
    O paciente deve aprender a ser firme nas suas decisões, tornando-se capaz de dizer “não” à comida quando necessário.

    Outro problema muitas vezes é quando o paciente se alimenta, fora de hora, de maneira praticamente inconsciente, ou seja, “belisca” e muitas vezes nem sequer se lembra de ter comido, horas depois. Isso acontece com pessoas muito ansiosas ou estressadas. Nessa situação, um recurso interessante é usar um diário alimentar, onde o paciente vai anotar tudo que mastigou ou ingeriu durante o dia. O uso desse diário pode fazer com que o paciente perceba que, na verdade, ingere muito mais alimento do que imaginava, e pode permitir que ele assuma o controle da sua alimentação de uma forma mais efetiva.

    O apoio da família ou de um amigo que também esteja desejando perder peso também pode ser uma estratégia de valor para facilitar as mudanças de comportamento. Técnicas de relaxamento ou maneiras de reduzir o nível de stress são freqüentemente úteis, quando as preocupações cotidianas dificultam um padrão alimentar mais saudável. O sujeito deve saber reconhecer a diferença entre “fome” e “vontade de comer”, e respeitar os horários para alimentação.

    Em casos mais sérios, quando a pessoa não consegue controlar os impulsos e alimenta-se excessivamente mesmo sem ter fome, isso pode configurar um chamado “transtorno alimentar”, e exige avaliação psiquiátrica e, muitas vezes, uso de medicações para reduzir a ansiedade.

    Essas mudanças todas de comportamento podem ser mais traumáticas e difíceis em pessoas que gostam demais de comer, ou que usam a alimentação como uma das suas principais fontes de prazer e entretenimento. Nesses casos, a pessoa deve buscar novas formas de lazer e distração, ou novas formas de descarregar suas tensões.

    Lembrar que: deve-se comer para viver, e não viver para comer. O apoio de um psicólogo é fundamental para auxiliar nessa mudança de enfoque.

    Resumindo, não há um único jeito correto de perder peso. O obeso pode beneficiar-se de várias das sugestões dadas nesse texto, que podem ser auxiliares às recomendações do médico. Procurar um endocrinologista é o ponto de partida para obter avaliação, informação e apoio necessários a esse grande desafio, que é perder peso com saúde.

    É sempre complicado tentar mudar os hábitos das pessoas, principalmente quando se trata de costumes aprendidos ao longo de muitos anos. Por isso muitas vezes o tratamento da obesidade gera tanta frustração, pois alguns indivíduos encontram dificuldades em mudar um comportamento alimentar enraizado desde a infância. No entanto, algumas técnicas podem tornar mais fáceis à mudança do padrão alimentar para pessoas com ingestão excessiva de calorias, possibilitando a adoção de uma alimentação mais moderada.

    A modificação de comportamento, portanto, deve ser estimulada e apoiada. O paciente deve receber informações que o ajudem a implementar essas mudanças.

    Uma das recomendações mais importantes é: aprender a reconhecer e a evitar situações que favoreçam o consumo excessivo de alimento. Há pessoas que comem demais (“beliscam”) enquanto estão assistindo à televisão, por exemplo; nesse caso, deve-se diminuir as horas gastas em frente à TV.

    Comer devagar também é importante. Alguns truques que podem ajudar são: tomar pequenos goles de água entre as garfadas, usar talheres menores ou mastigar mais vezes cada porção de alimento.

    O paciente deve aprender a ser firme nas suas decisões, tornando-se capaz de dizer “não” à comida quando necessário.

    Outro problema muitas vezes é quando o paciente se alimenta, fora de hora, de maneira praticamente inconsciente, ou seja, “belisca” e muitas vezes nem sequer se lembra de ter comido, horas depois. Isso acontece com pessoas muito ansiosas ou estressadas. Nessa situação, um recurso interessante é usar um diário alimentar, onde o paciente vai anotar tudo que mastigou ou ingeriu durante o dia. O uso desse diário pode fazer com que o paciente perceba que, na verdade, ingere muito mais alimento do que imaginava, e pode permitir que ele assuma o controle da sua alimentação de uma forma mais efetiva.

    O apoio da família ou de um amigo que também esteja desejando perder peso também pode ser uma estratégia de valor para facilitar as mudanças de comportamento. Técnicas de relaxamento ou maneiras de reduzir o nível de stress são freqüentemente úteis, quando as preocupações cotidianas dificultam um padrão alimentar mais saudável. O sujeito deve saber reconhecer a diferença entre “fome” e “vontade de comer”, e respeitar os horários para alimentação.

    Em casos mais sérios, quando a pessoa não consegue controlar os impulsos e alimenta-se excessivamente mesmo sem ter fome, isso pode configurar um chamado “transtorno alimentar”, e exige avaliação psiquiátrica e, muitas vezes, uso de medicações para reduzir a ansiedade.

    Essas mudanças todas de comportamento podem ser mais traumáticas e difíceis em pessoas que gostam demais de comer, ou que usam a alimentação como uma das suas principais fontes de prazer e entretenimento. Nesses casos, a pessoa deve buscar novas formas de lazer e distração, ou novas formas de descarregar suas tensões.

    Lembrar que: deve-se comer para viver, e não viver para comer. O apoio de um psicólogo é fundamental para auxiliar nessa mudança de enfoque.

    Resumindo, não há um único jeito correto de perder peso. O obeso pode beneficiar-se de várias das sugestões dadas nesse texto, que podem ser auxiliares às recomendações do médico. Procurar um endocrinologista é o ponto de partida para obter avaliação, informação e apoio necessários a esse grande desafio, que é perder peso com saúde.

    Dra Luciana Spina

    Endocrinologista- Doutorado pela UFRJ

    Programa de Diabetes e Hipertensão da SMSDC-RJ